Frente a frente, dois rivais que trocaram de papel nos últimos anos
Fonte Estadão
28 de Julho de 2013
Ninguém acreditaria se há cinco anos alguém dissesse que em 2013 o Corinthians seria um modelo de administração e o São Paulo naufragaria num caos sem precedentes. Mas esse cenário não só é verdadeiro, como o abismo que separa os dois rivais parece cada vez maior. Não é exagero algum dizer que Corinthians e São Paulo trocaram de papel.
Desde a contratação de Ronaldo, no finzinho de 2008, o Alvinegro mergulhou na onda da profissionalização do departamento de futebol e colhe frutos dentro e fora de campo. De potência regional que não conseguia emplacar fora do Brasil, o Corinthians se transformou em um time temido na América do Sul ao abocanhar sua primeira Libertadores e derrotar o Chelsea no Mundial. Recentemente, juntou à coleção internacional o troféu da Recopa, conquistado justamente diante do rival de hoje.
Os investimentos passaram a surtir efeito e têm permitido voos cada vez mais altos, como a contratação de Alexandre Pato por R$ 40 milhões, valor impensável há poucos anos. O elenco é reconhecido como um dos melhores do Brasil e a equipe tem no banco nomes como Douglas, Chicão e o próprio Pato. Tudo isso sob o comando de Tite, há três anos no cargo.
Do outro lado está o combalido São Paulo, que colecionou títulos entre 2005 e 2008 e, de repente, entrou em estiagem interrompida apenas com a conquista da Sul-Americana no ano passado. O time acumula a pior sequência de derrotas de sua história (oito) e, caso não vença hoje, quebrará o amargo recorde de jogos sem vitórias – não vence há 11 partidas, marca só vista em 1951 e 1986.
Do clube já chamado de "Soberano" pela excelência na gestão do futebol, restou só o apelido, cada vez mais ultrapassado. O diagnóstico de Rogério Ceni foi duro, mas certeiro: "O São Paulo parou no tempo." Acusado de abandonar o caminho que levou o Tricolor à glória, o presidente Juvenal Juvêncio tenta colocar a casa em ordem.
Desde a contratação de Ronaldo, no finzinho de 2008, o Alvinegro mergulhou na onda da profissionalização do departamento de futebol e colhe frutos dentro e fora de campo. De potência regional que não conseguia emplacar fora do Brasil, o Corinthians se transformou em um time temido na América do Sul ao abocanhar sua primeira Libertadores e derrotar o Chelsea no Mundial. Recentemente, juntou à coleção internacional o troféu da Recopa, conquistado justamente diante do rival de hoje.
Os investimentos passaram a surtir efeito e têm permitido voos cada vez mais altos, como a contratação de Alexandre Pato por R$ 40 milhões, valor impensável há poucos anos. O elenco é reconhecido como um dos melhores do Brasil e a equipe tem no banco nomes como Douglas, Chicão e o próprio Pato. Tudo isso sob o comando de Tite, há três anos no cargo.
Do outro lado está o combalido São Paulo, que colecionou títulos entre 2005 e 2008 e, de repente, entrou em estiagem interrompida apenas com a conquista da Sul-Americana no ano passado. O time acumula a pior sequência de derrotas de sua história (oito) e, caso não vença hoje, quebrará o amargo recorde de jogos sem vitórias – não vence há 11 partidas, marca só vista em 1951 e 1986.
Do clube já chamado de "Soberano" pela excelência na gestão do futebol, restou só o apelido, cada vez mais ultrapassado. O diagnóstico de Rogério Ceni foi duro, mas certeiro: "O São Paulo parou no tempo." Acusado de abandonar o caminho que levou o Tricolor à glória, o presidente Juvenal Juvêncio tenta colocar a casa em ordem.
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