Dá pra vencer, sim! - Por Peixoto

Texto da semana passada, nada mudou, tudo atual

Fonte SPFC.Net
Temos a péssima notícia de que Juan será o titular. Para ter êxito, qualquer esquema tático, estratégia, os jogadores precisarão se aplicar, e muito. Temos que ter 11 combatentes dentro de campo no dia 17-07. Jogar com brio, determinação. Ao final do jogo o campo do Pacaembú não pode estar verde, não pode haver grama, terá que ficar todo esburacado. Queremos ver a travecada chorando na grade do alambrado.
Na partida final, temos que utilizar o artifício do anti jogo e fazer rodízio de faltas nos articuladores do rival. A regra é catimbar o jogo todo, provocar bastante. Dentro das quatro linhas a catimba, faltas, intimidação e um pouco de rispidez sempre foram ingredientes do futebol bem disputado, duramente. Mas, com nervos controlados para não cometer bobagens, sem dar carrinho por trás, por exemplo, ou agredir. Não pode ser burro e praticar agressão fora da disputa, mas na bola, chegando forte. Quem tem que entrar na pilha são eles e não nós.
O jogador mais esquentado deles deve ser induzido, por provocações, durante toda a partida, utilizando todos os artifícios. Tudo dentro da tolerância permitida pelo árbitro do jogo. Malandragem é necessária contra o Sheik, por exemplo.
Tem que jogar objetivamente pensando somente no nosso resultado. Eles possuem toque de bola, entrosamento, jogadas trabalhadas (com bola rolando) e técnica. Sim, temos que neutralizar esses pontos e dane-se a hipocrisia e falsa moralidade que as pessoas pregam, mas não praticam no futebol, o tal do jogo limpo. Dentro de campo não há santo. A TV não mostra 50% do que ocorre no gramado. Nosso time é inferior taticamente. Temos que igualar por outros meios que alguns não aprovam, mas sou totalmente favorável. Já vi até o Messi dar cotoveladas e agredir adversários, sorrateiramente. Jogar limpo é utópico. Se o Autuori não tem esse perfil, não foi o que vimos em 2005 naquele time.
Em qualquer lance apitado contra nós tem que cercar o árbitro, pressionar. Tem que ser o time inteiro e não somente um ou dois jogadores. O árbitro precisa sentir união no time, força de grupo e receio de apitar contra. Mas, o São Paulo precisa utilizar sua força de bastidor para escalar um árbitro favorável e irá conseguir isso por um simples motivo. O SCCP está queimado na Conmebol, após as presepadas que seus dirigentes e torcedores protagonizaram na libertadores 2013.
Entretanto, só vontade e raça não são o bastante, também, pois o nosso sistema de jogo precisa de ações corretivas urgentes. Precisamos vencer o jogo de qualquer maneira. Chega de derrotas para o time da travekolândia. O São Paulo tem que entrar marcando pressão, abafando a saída de bola do SCCP, explorando o frágil lado direito daquela defesa. O Boca Juniors nos mostrou o caminho, recentemente.
Precisamos surpreender o adversário e escalaria o time de forma ousada, diferente.
Lateral direita: Rodrigo Caio, improvisado para marcar o forte lado esquerdo do ataque deles. Ele já demonstrou, nesse ano, que consegue atuar muito bem por aquele lado. Apostar no Lucas Farias nesse jogo é temerário. Lembremo-nos que em 1994, um time formado por juniores e juvenis (Expressinho), foi capaz de derrotá-los dentro do Pacamebú em um jogo decisivo pela segunda competição mais importante da Conmebol. O time deles era melhor e composto de Ronaldo, Henrique, Branco, Biro Biro, Marcelinho, Viola, etc. Contudo, não suportaram a nossa tradição internacional. Foram humilhados e eliminados na casa deles. Sabem quem era o goleiro? Rogério Ceni.
O Autuori irá reacender com seu discurso a ira represada dentro dos jogadores. Uma ira de revolta, de superação e recomeço. Uma ira controlada, inteligente, mas fatal.
Dá para vencer eles sim, usando táticas uruguaias e artifícios que todo jogador profissional conhece. Para vencer é necessário querer, com muita vontade.
Já tivemos um jogo decisivo nesse ano, no dia 17-04. Naquele jogo o time demonstrou tudo isso que está no texto sobre determinação, raça, empenho. Está provado que temos isso estocado no time e usaremos na próxima semana.
O Autuori teve uma linda experiência em 2005, quando orquestrou uma estratégia para vencermos um time considerado imbatível pela imprensa esportiva (Liverpool). Temos plenas condições de reverter o placar, vencer o jogo e conquistar esse título. Eles não são tudo isso.
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