Juvenal Juvêncio foi ao treino nesta 2ª e conversou com Adalberto e Milton Cruz
Ficou no passado o tempo em que o São Paulo era conhecido como um exemplo de organização. Há oito jogos sem vencer, o time passa por uma grave crise, na qual todos falam e ninguém se entende.
Após a derrota de domingo para o Vitória, por 3 a 2, em Salvador, houve mais um “show” fora de campo. Sobraram broncas e críticas de parte a parte. Mas ninguém parece ter solução para tirar o time do buraco.
Revoltada, a torcida também colocou a boca no trombone. Durante o embarque do time em Salvador, um grupo de são-paulinos foi até o aeroporto para protestar. Quando o ônibus da delegação chegou ao local, os jogadores acabaram, de maneira irônica, aplaudidos. Na sequência, vieram as vaias.
Ninguém, porém, partiu para a violência. Alguns torcedores até gritaram: “Apavora, mas não encosta”. O principal alvo das contestações foi o lateral Juan. Segundo apurou o DIÁRIO, porém, ele não vai ceder às críticas e abandonar o barco.
“Fiquei sabendo dessa história do aeroporto. É um clima chato, não vem o resultado e, após cada jogo, é uma coisa... Mas não tiramos a razão da torcida, as coisas não aconteceram como queremos”, lamentou-se o volante Denilson, que não viajou com o time.
Rogério Ceni, por sua vez, espera contar com o apoio do público para a final da Recopa, nesta quarta, contra o Corinthians.
“Ou o torcedor acolhe o time ou vai ficar difícil. Nossa perspectiva de melhora é de longo prazo. O Paulo (Autuori) é uma pessoa que pode nos ajudar muito, mas chegou agora. Se o torcedor nos abandonar, fica difícil ”, disse o camisa 1.
Fala muito/ Mesmo quem acabou de voltar ao elenco já mostra língua afiada. O volante Fabrício, barrado em maio por Ney Franco, questionou a postura da equipe na derrota para o Vitória, no domingo.
“Em uma semana, não dá para mudar velhos hábitos. Um jogo lento, cada um fazendo o que quer. Vamos ter muito trabalho pela frente. Infelizmente, dois ou três treinos (com técnico novo) não são suficientes para modificar muito”, falou.
Até a mulher de um atleta tricolor resolveu soltar o verbo. A de Wellington, Aline Verteiro, usou o Twitter para xingar torcedores que criticaram o volante pela expulsão no último domingo.
São Paulo se transforma em um barril de pólvora
Fonte Diário de São Paulo
16 de Julho de 2013
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