De Pato a Ganso, erros e acertos

De Pato a Ganso, a bola vai traçando um roteiro de acertos e equívocos em meio a tantas expectativas.

Fonte Alberto Helena Jr.
Neste domingo, por exemplo, Tite acertou, guiado pelas mãos do destino, que, ao lhe retirar Emerson, forçou-o a escalar Pato desde o início. Resultado: Corinthians 2 x 0 Bahia, os dois gols de Pato, que, mesmo sem receber número de bolas suficiente para fazer mais, se mexeu, criou e foi decisivo numa excelente exibição do seu time.
Já o eterno interino Milton Cruz, num Morumbi pleno de vazios, errou ao tirar Ganso aos 15 minutos do segundo tempo, logo após o Tricolor ter levado o primeiro gol do Santos, de Giva, que acabara de entrar em campo.
Até então, o São Paulo tinha a posse de bola e havia desperdiçado cerca de quatro boas chances para abrir o placar, quase todas com Luís Fabiano. E Ganso, ao lado de Jadson, era quem permitia certa fluência nos passes.
Ah, mas ele aparece pouco no jogo, dirá o amigo. Aparece, entre outras coisas, porque em um movimento resolve a jogada que outro gastaria três ou quatro para obter, talvez, resultado parecido.
O fato é que, com sua saída, coincidentemente ou não, o Santos criou asas e marcou o segundo, com Cícero, enquanto o São Paulo murchava em campo.
Que venha Muricy antes de a casa ruir de vez. Muricy, aquele que nunca deveria ter saído, por todos os laços que o ligam ao Morumbi, para o bem ou para o mal.
A queda de Ney Franco/ Ney Franco não caiu porque seu time perdeu para o campeão do mundo por 2 a 1, resultado perfeitamente normal num clássico desse porte. Nem mesmo porque o São Paulo, depois de um ano de gestão do treinador, ainda não mostrou um padrão regular de excelência. Ora joga bem, ora, mal.
Claro, havia um desgaste evidente entre o técnico e o grupo, que atingiu ponto sem retorno quando Ney, após a derrota para o Corinthians, jogou toda culpa sobre a equipe, que errou muitos passes.
Mas tudo isso é consequência, não causa. Na origem de todos os males tricolores está a presença imperial de Juvenal Juvêncio, que, ao quebrar a rotina saudável da alternância de poder, rompeu não apenas com o passado, mas, sobretudo, com a possibilidade de presente e futuro.
E o pior é que todos no Morumbi sabem disso. E ninguém faz nada para mudar esse cenário. Quem sabe a voz das ruas, como a que ecoou no entorno do estádio antes do clássico com o Santos, desperte o tal gigante adormecido. Tá na moda.De Pato a Ganso, erros e acertos
De Pato a Ganso, a bola vai traçando um roteiro de acertos e equívocos em meio a tantas expectativas.
Neste domingo, por exemplo, Tite acertou, guiado pelas mãos do destino, que, ao lhe retirar Emerson, forçou-o a escalar Pato desde o início. Resultado: Corinthians 2 x 0 Bahia, os dois gols de Pato, que, mesmo sem receber número de bolas suficiente para fazer mais, se mexeu, criou e foi decisivo numa excelente exibição do seu time.
Já o eterno interino Milton Cruz, num Morumbi pleno de vazios, errou ao tirar Ganso aos 15 minutos do segundo tempo, logo após o Tricolor ter levado o primeiro gol do Santos, de Giva, que acabara de entrar em campo.
Até então, o São Paulo tinha a posse de bola e havia desperdiçado cerca de quatro boas chances para abrir o placar, quase todas com Luís Fabiano. E Ganso, ao lado de Jadson, era quem permitia certa fluência nos passes.
Ah, mas ele aparece pouco no jogo, dirá o amigo. Aparece, entre outras coisas, porque em um movimento resolve a jogada que outro gastaria três ou quatro para obter, talvez, resultado parecido.
O fato é que, com sua saída, coincidentemente ou não, o Santos criou asas e marcou o segundo, com Cícero, enquanto o São Paulo murchava em campo.
Que venha Muricy antes de a casa ruir de vez. Muricy, aquele que nunca deveria ter saído, por todos os laços que o ligam ao Morumbi, para o bem ou para o mal.
A queda de Ney Franco/ Ney Franco não caiu porque seu time perdeu para o campeão do mundo por 2 a 1, resultado perfeitamente normal num clássico desse porte. Nem mesmo porque o São Paulo, depois de um ano de gestão do treinador, ainda não mostrou um padrão regular de excelência. Ora joga bem, ora, mal.
Claro, havia um desgaste evidente entre o técnico e o grupo, que atingiu ponto sem retorno quando Ney, após a derrota para o Corinthians, jogou toda culpa sobre a equipe, que errou muitos passes.
Mas tudo isso é consequência, não causa. Na origem de todos os males tricolores está a presença imperial de Juvenal Juvêncio, que, ao quebrar a rotina saudável da alternância de poder, rompeu não apenas com o passado, mas, sobretudo, com a possibilidade de presente e futuro.
E o pior é que todos no Morumbi sabem disso. E ninguém faz nada para mudar esse cenário. Quem sabe a voz das ruas, como a que ecoou no entorno do estádio antes do clássico com o Santos, desperte o tal gigante adormecido. Tá na moda.
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