Por respeito a Ney Franco, Muricy Ramalho faz silêncio, mas gosta de apoio da torcida e não vê barreira para voltar ao São Paulo
Fonte Terra/Luciano borges
4 de Julho de 2013
Muricy Ramalho gosta e não gosta de saber que seu nome foi, outra vez, gritado pelos torcedores do São Paulo no estádio do Morumbi. Gosta porque, afinal, confirma que é querido pela torcida. “É emocionante. Trata-se do reconhecimento do trabalho que fiz por lá”, disse ao Blog do Boleiro.
O treinador preferia, no entanto, que esta demonstração de amor acontecesse sem que o São Paulo tenha um técnico no comando. “Não é legal. Tem um profissional lá, que eu respeito muito e nem é legal eu ficar me pronunciando”, explicou.
Logo que deixou o Santos, demitido pelo comitê gestor do clube, Muricy já tinha se emocionado ao ouvir, no rádio do carro de um amigo, os tricolores gritarem seu nome na derrota do São Paulo para o Goiás (0 x 1). Mas desde então evita dar entrevistas e falar sobre São Paulo. “É uma questão de respeito”, falou.
Pelo São Paulo, o técnico conquistou três Campeonatos Brasileiros seguidos (2006, 2007 e 2008), mas não conseguiu o título de campeão da Libertadores. Em 2009, depois do time paulista ter sido eliminado da competição sul-americana pelo Cruzeiro, ele foi demitido. Já enfrentava a pressão e oposição de dirigentes e conselheiros do clube. O principal nome era o do atual vice de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
O treinador preferia, no entanto, que esta demonstração de amor acontecesse sem que o São Paulo tenha um técnico no comando. “Não é legal. Tem um profissional lá, que eu respeito muito e nem é legal eu ficar me pronunciando”, explicou.
Logo que deixou o Santos, demitido pelo comitê gestor do clube, Muricy já tinha se emocionado ao ouvir, no rádio do carro de um amigo, os tricolores gritarem seu nome na derrota do São Paulo para o Goiás (0 x 1). Mas desde então evita dar entrevistas e falar sobre São Paulo. “É uma questão de respeito”, falou.
Pelo São Paulo, o técnico conquistou três Campeonatos Brasileiros seguidos (2006, 2007 e 2008), mas não conseguiu o título de campeão da Libertadores. Em 2009, depois do time paulista ter sido eliminado da competição sul-americana pelo Cruzeiro, ele foi demitido. Já enfrentava a pressão e oposição de dirigentes e conselheiros do clube. O principal nome era o do atual vice de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Avalie esta notícia:
38
12
VEJA TAMBÉM
- Urgente: Clubes discutem paralisação do Brasileirão por causa da MP das bets- Ex-São Paulo revela se aceitaria comandar o Tricolor como técnico
- São Paulo atrasa 4 meses de imagem e busca R$ 30 mi para quitar dívida
- Salvação? Contrato de R$ 146 milhões pode alterar gestão financeira e bilheteira no São Paulo
- 2 reforços de peso! Lucas e volante titular avançam antes do SanSão
