O zagueiro Lúcio, que abriu o marcador, disputa bola no jogo deste domingo
Se você não assistiu ao jogo do São Paulo, na tarde de domingo, pode até imaginar que o Tricolor teve uma jornada brilhante, em Campinas, ao bater a Ponte, por 2 a 0. Não se engane.
Claro, o São Paulo teve seus méritos. Fez dois gols em lances possibilitados pela Ponte Preta e soube conter os avanços dos donos da casa — com 25 faltas ao longo do jogo, é verdade. Mas saiu de campo com a vitória e começou o Brasileirão com três pontos somados na tabela, dando fôlego para o técnico Ney Franco trabalhar com paz.
O jogo foi muito truncado no meio-campo. Os dois técnicos entenderam que dominar o território era fundamental. Era difícil construir qualquer coisa por ali. Mas, antes dos dez minutos, dois gols já haviam saído. Aos 4, Rildo aproveitou rebote, mas estava impedido.
Quatro minutos depois, foi o São Paulo que balançou a rede. dessa vez, valeu. Jadson cobrou o escanteio e Lúcio, capitão na ausência de Rogério Ceni, cabeceou firme para fazer 1 a 0. O placar adverso fez com que a Ponte tivesse que ir para cima. E o São Paulo se encolheu. Errando muitos passes, porém, o time da casa não conseguia chegar ao gol de empate.
No ataque, a bola pouco chegava a Luis Fabiano. Errar passes não era exclusividade da Ponte Preta. Os paulistas também não conseguiam se articular. Mas, aos 42, a Ponte deu bobeira e o São Paulo, que vinha sofrendo pressão, não desperdiçou a chance.
Em contra-ataque rápido, Osvaldo lançou o recém-contradao Silvinho, que invadiu a área e levou pontapé, na canela, de Diego Sacomán. Pênalti. Jadson bateu com categoria, no ângulo: 2 a 0.
segurando/ Era para a vida do Tricolor ter sido um pouco mais fácil no segundo tempo. Mas, logo aos 13, Édson Silva levou seu segundo cartão amarelo no jogo e deixou o São Paulo com dez jogadores no gramado. Sem escolha, Ney Franco sacou Silvinho, colocou Paulo Miranda e se fechou na defesa.
Talvez por estar jogando para um público totalmente composto por ponte-pretanos, o time da casa ficou nervoso e acertou pouco no segundo tempo. Quando finalmente acertava os passes e chegava à área, perdia gols. Mesmo com um a mais em campo Alemão, Rildo, Éverton e William não conseguiam acertar o pé.
Ney Franco, que nada tinha a ver com os constantes erros da Ponte, foi se segurando. Na frente, Aloísio, que entrara no segundo tempo, brigava sozinho nas poucas chegadas em contra-ataque. Dênis também segurava as pontas na defesa
Nos 15 minutos finais, a Ponte apertou o passo. Ao São Paulo, restava torcer para o tempo passar e tentar parar a Ponte com faltas. Conseguiu. E começou o Campeonato Brasileiro com uma importante vitória.
Tricolor vence e dá um chega pra lá na crise
Fonte Diário de São Paulo
27 de Maio de 2013
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