"Veja quem passa a mandar no futebol brasileiro"

"Veja quem passa a mandar no futebol brasileiro"

Félyx

08
MAR
18:40
Teixeira passou o bastão para José Maria Marin. Mas quem manda agora no futebol brasileiro é Marco Polo del Nero. Teixeira exigiu que Andrés, Mano e Ronaldo continuem. E que não aconteça nenhuma devassa na CBF…
(28) Comentários »

E Ricardo Teixeira saiu da CBF.
A princípio serão 60 dias.
A desculpa é a sua saúde.
Ele tem mesmo sérios problemas para se locomover.
Caiu literalmente do cavalo quando estava passeando com Narcisa Tamborindeguy.
Quebrou a perna esquerda.
Tem também diverticulite.
Pressionado pelo Planalto Central e pela Fifa para deixar o comando da organização da Copa, Teixeira foi esperto.
Antes de pedir licença por 60 dias, articulou sua substituição.
Travou os insubordinados.
E fez um pacto de sangue com Marco Polo del Nero.
Garantiu o ex-governador José Maria Marin no seu lugar.
Mas exigiu que tudo seguisse como ele desejava.
Ou seja: com Andrés Sanchez mandando ao lado de Marin.
Com Mano Menezes como treinador da s
eleção.
E Ronaldo e Bebeto garantidos como figuras decorativas no Comitê Local da Copa.
Além do seu escudeiro Rodrigo Paiva como diretor de Comunicação da CBF.
Teixeira também fez Marco Polo prometer que não haverá devassa na CBF.
A vida administrativa da entidade deve ficar intacta.
Sem mais profundas investigações.
É para deixar o ninho arrumado, caso Teixeira consiga voltar ao seu caso.
A notícia foi dada agora, às 18 h
A princípio, Teixeira volta para os Estados Unidos para se tratar.
Mas a pressão de seus inimigos poderosos, Joseph Blatter e Dilma Rousseff é que definirá se haverá volta ou não.
A Polícia Federal continua investigando o escândalo denunciado pela TV Record, que envolve o amistoso entre Brasil e Portugal.
E Blatter ameaça dia sim e o outro também, revelar todos os envolvidos no escândalo que envolve a ISL.
Ou seja: escândalo é o que não falta.
Teixeira está em uma sinuca de bico.
Pessoas ligadas à bancada da Bola, em Brasília, garantem que ele não voltará ao cargo.
Amigos pessoais e acovardados presidentes de Federações juram o contrário.
Garantem que será apenas 60 dias de descanso.
Desde 1989 quando assumiu, Teixeira nunca ficou em posição tão delicada.
Ter conseguido trazer a Copa do Mundo para o Brasil foi sua desgraça.
Nunca ficou sob tantos holofotes.
Ter apoiado o inimigo de Blatter na última eleição da Fifa, Mohammed bin Hamman, foi um tiro no peito.
Ganhou só o ódio eterno do suíço.
E perdeu toda a possibilidade de assumir a Fifa, seu velho sonho.
Conseguiu destruir a sua sustentação na CBF.
Para completar, Dilma é bem diferente de Lula.
O ex-presidente tolerava Teixeira por causa da aliança com Andrés Sanchez.
Dilma quer distância de Teixeira e do próprio Andrés Sanchez.
Ela já confidenciou a pessoas influentes de Brasília que não aceita a maneira que surgiu o Itaquerão.
E sabe das várias denúncias contra o presidente da CBF.
Não teve constrangimento em boicotar a sua presença nas reuniões fundamentais entre governo e Fifa sobre a Copa 2014.
A família de Teixeira passou a sofrer as consequências sobre a sua permanência na CBF.
Sua filha mais nova estaria sendo perseguida na escola.
Ela mesma se viu envolvida na mais recente denúncia.
A de que o presidente do Barcela havia depositado R$ 3,8 milhões na conta de Antônia.
Foi a gota d''água.
A desmoralização.
Senadores e deputados federais, a Bancada da Bola diziam que a situação teria ficado insuportável.
Teixeira finalmente cedeu.
Arrumou a casa, passou o bastão a Marin, o homem que embolsou uma medalha na festa do Corinthians campeão da Copa São Paulo.
Na verdade, passou o poder a Marco Polo del Nero.
Marin é mais uma figura simbólica no contexto.
Teixeira jura que volta.
O mundo que o cerca garante que não.
Os outros quatro vices querem se revezar no poder.
Já estão tentando se articular para isso.
Em um rodízio a princípio de 12 dias, como se Teixeira voltasse mesmo depois de dois meses.
Mas não há nada fechado.
A verdade é que, a partir de hoje, a CBF tem outro presidente.
José Maria Marin.
Por enquanto, interino.
O clima no futebol brasileiro ficou bem mais leve...

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