Caso Sérgio Santoro: Como tudo começou!

Caso Sérgio Santoro: Como tudo começou!

silvio.sidney

Entre os adversários do meio futebolístico, o Corinthians, através do seu presidente, Andrés Sanchéz, é o que mais tem desferido ataques ao São Paulo. Mas no entorno do Morumbi também há vozes contrárias estridentes. A Saviah – Sociedade Amigos da Vila Inah -, exercendo o legítimo direito de associação comunitária, tentou na Justiça derrubar o projeto do monotrilho, com o argumento declarado de que a linha 17 beneficiaria o São Paulo e não o bairro. Perdeu. A Justiça considerou que o Metrô, ainda que na modalidade monotrilho, beneficiará uma comunidade enorme e citou, expressamente, Paraisópolis. Ninguém, entretanto, tem sido tão contundente nos ataques ao São Paulo do que o sr. Sérgio Orlando Santoro, químico de profissão, morador da rua Jandiro Joaquim Pereira, nas imediações do estádio. Segundo denúncia do Ministério Público, por volta de 1h15 do dia 22 de novembro de 2006, um grupo de pessoas que saía do clube parou em frente à casa de Sérgio, por conta de um problema no carro. Sérgio foi até a sacada da residência e passou a discutir com essas pessoas. O promotor diz que ele voltou para dentro de casa e saiu novamente, armado de um revólver calibre 38 e disparou contra o grupo. Em razão disso, Sérgio está sendo processado por disparo de arma de fogo em via pública. Depois desse episódio, o vizinho do Morumbi denunciou o clube ao ministério público, por crime ambiental, já que o esgoto do São Paulo era despejado no córrego Antonico e não na rede da Sabesp. Sérgio fez essas acusações também no Blog do Paulinho, em que chamou o clube de criminoso ambiental e usurpador de patrimônio público. O São Paulo pediu na Justiça indenização compensatória de danos de ordem extrapatrimonial. O juiz de primeira instância deu razão ao clube, o Tribunal confirmou a decisão: Sérgio foi condenado a pagar ao São Paulo R$ 8.175,00. Depois da sentença, Sérgio voltou a se manifestar, no mesmo blog, e foi novamente processado. Sérgio já entrou com quatro ações na Justiça contra o São Paulo, entre as quais uma que tentava proibir o show de Madonna (aquele que foi realizado há mais de dois anos) O que move Sérgio? “É um problema pessoal”, disse em entrevista à imprensa o vereador Marco Aurélio Cunha, conselheiro do clube, ex-superintendente de futebol. Ele não quis dar detalhes, mas o fato é que uma senhora que viveu em união estável com Sérgio era funcionária do clube. Depois que ela deixou o emprego, numa reestruturação administrativa do São Paulo, Sérgio moveu as ações contra o São Paulo. O Blog do Morumbi o procurou. Em resposta, entre impropérios, ele disse: “Não lhe devo satisfações, mas para sua informação sou separado a mais de sete anos (sic) e não mantenho contato com minha ex mulher (sic) e desconheço as atividades dela.” Refiz as perguntas e veio resposta: “Vou lhe dar uma dica do meu motivo principal entre outros tantos; Eu,ao incessantemente reclamar, por e-mail, pessoalmente, ter reunião com diretores do clube,etc.,(documentado) contra a abertura do portão 11-A,e dos bêbados que saiam do clube às 2/3 horas da madrugada infernizando minha vida e a de todos, o clube não fez nada, mas mandou (?) covardemente e caluniosamente 2 porteiros às 3 horas da manhã na delegacia dizer que eu tentei matar os dois e mais 6. Sou ruim de pontaria como pode precisar. Depois disso vc faria o quê? Ou acabo eu ou eles, não tem contemporização. Essa, além de muitas e de ser cidadão, é minha motivação pessoal. Guerra total, e estou ganhando todas. Eles mexeram com o cara errado, de passado limpo, de moral ilibada e incorruptível.” Sérgio Santoro diz falar em nome de uma entidade chamada Movimento Morumbi Total, que não existe juridicamente, segundo a sentença judicial que condenou Sérgio a indenizar o São Paulo. Mas, de fato, a saída da ex-mulher de Santoro dos quadros do São Paulo Futebol Clube é posterior ao incidente, com tiroteio, na porta de sua casa. Portanto, os desentendimentos começaram antes e, para o São Paulo, Santoro se transformou num adversário que faz barulho na imprensa. “Eu sou uma clara, insofismável e incontestável liderança do bairro, no caso o MMT (Morumbi Total) e a Saviah também, o resto fala muito e não faz nada”, diz Santoro.

http://blogdomorumbi.com.br/?p=10586

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