O São Paulo tem treinador. Mas nos bastidores do clube o assunto da vez é o nome do possível substituto de Carpegiani. Ninguém acredita que o atual treinador terá vida longa à frente do time.
Aliás, seu ciclo só não acabou após a eliminação na Copa do Brasil porque não havia livre no mercado nenhuma opção que agradasse ao presidente Juvenal Juvêncio.
Dois nomes estão na ponta da língua de diretores e conselheiros: Dorival Junior e Cuca. O primeiro conta com a simpatia da maioria e teria a preferência caso fique livre no mercado. Cuca esta livre e nunca escondeu que gostaria de um dia voltar a treinar o São Paulo.
A impressão que tenho é de que na próxima rodada do Brasileirão poderemos ter novidades sobre o assunto. Se perder para o Flamengo a situação de Carpegiani ficará insustentável. O mesmo pode acontecer com Dorival Junior no Atlético em caso de derrota para o Ceará em Fortaleza. A multa rescisória nunca foi e nem será empecilho para a saída ou permanência de Carpegiani.
Dos nomes citados para reforçar o elenco no segundo semestre, o de Cícero é o mais simples de se concretizar. Como foi dispensado pelo Wolfsburg, o São Paulo só precisa acertar luvas e salários com o atleta para contrata-lo. É a chamada “oportunidade de marcado” como gostam de dizer os dirigentes São Paulinos. Cícero é um bom nome para compor elenco, mas em minha opinião está longe de ser um jogador nota 8 ou 9 como prometeu contratar a diretoria.
Já Marcelo Cañete é dado como reforço certo pela imprensa Argentina. É um bom meio campista cadencia e distribui bem o jogo. Se vier, será sim um bom reforço.
Quanto ao zagueiro Rafael Tolói, o Goiás diz que só o negocia com o futebol Europeu. Se não mudar de idéia o Esmeraldino corre o risco de “morrer” com o jogador sem lucrar nada com ele.