Rogério Ceni, a falta de memória, a ingratidão e a injustiça sempre lançadas contra o maior ídolo.

Rogério Ceni, a falta de memória, a ingratidão e a injustiça sempre lançadas contra o maior ídolo.

Sampearth

A história do Rogério Ceni com o São Paulo não é apenas incomum no futebol.
Dificilmente se repetirá entre um atleta e um clube, dentro deste esporte.
Não falo apenas pelas conquistas, um legítimo tricampeonato nacional, vários Paulistas, Libertadores, Recopa, Mundial, Conmebol, Tereza Herrera e tantas glórias e vitórias, muitas com feitos heroicos do nosso eterno capitão.
Nem pelo fato dele ostentar o título de maior goleiro artilheiro do futebol mundial, que também dificilmente será imitado.
E nem pela revolução que ele provocou na posição, tirando o goleiro do limbo da partida, colocando-o como uma arma de contra ataque na reposição de bola, que é magistral do nosso camisa 1. Ou sequer pela excelência do seu jogo com os pés, que forma um Líbero a reforçar a linha de defesa.
Falo pelo recorde que ele ostenta de fidelidade e amor eterno ao seu único clube profissional.
Falo da identificação entre ele e o São Paulo, incomum e invulgar entre todos os clubes nacionais e seus atletas, em qualquer tempo da história.
E, conhecendo a paixão cega que move as arquibancadas, fica evidente que as demais torcidas somente tem com o nosso eterno ídolo um único sentimento, o ódio, que vem da inveja predatória, frustrante. Diferente da boa inveja, aquela que procura imitar o modelo invejado de sucesso, e reproduzi-lo, aqui trata-se da inveja amargurada, da que brota da consciência da impossibilidade de que estes demais torcedores jamais irão viver uma história parecida, porque se ídolos como Rogério M1to Ceni já são por demais escassos no futebol e na vida, desde algum tempo, quem dirá com a história de suas conquistas e recordes pelo São Paulo.
Assim é que se vê jornalistas, que antes escondiam a veia passional em suas escritas, agora afloram esta raiva incontida contra o ídolo tricolor, e promovem a sua guerrinha particular contra o nosso M1to.
Me frustrei, principalmente, com Juca Kfouri, que se repete em tentativas ridículas de jogar o ídolo sãopaulino contra a torcida.
Mas é por estas, e por muitas que ainda virão, que todos, repito, todos tem goleiro, Só o São Paulo Futebol Clube tem Rogério Ceni.
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Este texto estou repetindo aqui, agora, porque Rogério Ceni, não bastasse enfrentar este ódio, até justificado, dos torcedores dos outros times, vem sofrendo a injustiça e a ingratidão do chamado fogo amigo.
Ele que vem enfrentando, justamente no seu ano de despedida, uma crise dentro do clube onde escreveu uma história de amor e pleno sucesso.
Ele que não é responsável por uma administração centralizadora, despótica e preocupada com o poder e que construiu esta crise.
Que nos legou um elenco repleto de falhas na sua formação, com investimentos altos e que não se justificaram. Muitos jogadores chegaram e saíram sem sequer apresentar uma mínima sequência de bons jogos.
Mas é fácil gritar com o Rogério Ceni, ele está ali, pondo a cara e o coração, nos campos de luta, e nunca se omitiu, o que o fez abandonar o gol e ir bater a penalidade máxima que errou.
Sim, quem já esteve no campo de bola sabe que a liderança cria obrigações, e naquele momento se sentiu responsável, mais uma vez, em assumir o risco daquela decisão, em nome da sua história, e do próprio grupo.
Como atravessar novamente o campo para cobrar uma falta, ou mesmo outra penalidade máxima, mesmo conclamado pela torcida, se naquele momento se escondesse?
Esperar esta nova oportunidade apenas na fartura de uma vitória fácil, depois de superada esta crise incomum por qual passa o clube?
Não, os ídolos não conseguem isto, e por isto é que são eternos, e únicos.
Bem, o texto ficou muito longo, mas há ainda muito a escrever, mas fica o testemunho de quem tem história com o São Paulo, de quem já frequentou as antigas gerais de um Morumbi recém construído, e viu este clube e esta torcida crescer como nenhuma outra, nestes 60 anos de vida.
Sou torcedor deste clube desde uma época em que éramos a menor torcida entre os grandes paulistas, chegava mesmo ser um exotismo torcer pelo tricolor — meus primeiros ídolos foram Jurandyr, Tenente, Forlan, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Dino Sani, etc..
Mas nenhum se comparou a Rogério Ceni.
E creio que jamais isto ocorrerá, e isto reforço sempre aos meus filhos, todos sãopaulinos como eu e meu falecido pai.

Saudações Tricolores.

http://saraceni.blogspot.com.br/

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