A saída de Alan Franco do São Paulo FC se deu em meio a negociações que envolveram o novo executivo de futebol do clube, Rafinha. O jogador expressou seu desejo de deixar a equipe, apesar dos esforços da direção para mantê-lo no elenco. Segundo informações da gestão, não houve comunicação clara para o atleta sobre a diminuição de suas oportunidades, mas ele optou pela sua transferência.
Durante as conversas, Alan Franco demonstrou uma percepção negativa sobre suas chances de jogo, especialmente após o início da nova passagem de Dorival Júnior como técnico. Rafinha tentou convencê-lo de que seu papel poderia mudar e que haveria oportunidades durante a temporada. No entanto, essa perspectiva não foi suficiente para alterar a decisão do defensor.
Com a intenção de reforçar o setor defensivo, o São Paulo contratou Domingos Duarte, permitindo que Franco fosse cedido ao Tigres, do México, por meio de um empréstimo. Essa movimentação na linha de defesa sinaliza uma estratégia em busca de uma reorganização tática visando melhorar o desempenho coletivo em campo.
É relevante destacar que a saída de Alan Franco não se deu por indisciplina ou problemas internos. A direção do clube reconheceu que o atleta mantinha uma boa relação com seus companheiros e staff, além de exercer um papel de liderança no elenco. A decisão foi puramente pessoal, motivada pelo desejo de mudança do jogador.
Embora a transferência represente uma perda para a equipe, a administração do São Paulo compreendeu que era insustentável manter um atleta que não desejava atuar no clube. Assim, a gestão do elenco demonstra um entendimento dos desejos individuais dos jogadores e uma disposição para reajustar a equipe conforme as necessidades atuais.