Dificil ler esse tipo de ataque a nós tricolores...

Dificil ler esse tipo de ataque a nós tricolores...

raulsoberano

DO BLOG DO CITADINI, EM 12 DE JULHO
O SPFC não consegue superar esta mágoa profunda do Corinthians

Ontem, na apresentação do novo técnico do tricolor, o assunto foi o Corinthians. Não vi mas, diz a mídia, que o presidente do São Paulo falou quase só do Timão, num tom de mágoa profunda.

Acho que o tricolor está cheio de razão nesta dura situação de vive seu clube nas últimas décadas. É só uma sequência de frustrações e quase sempre com seu adversário alvinegro do outro lado.

O Morumbi e o estádio do Corinthians

Quando o Brasil anunciou que faria a Copa do Mundo o pessoal do tricolor festejou. Abria-se a possibilidade de uma ampla reforma do seu estádio. Construido a partir dos anos 50 dava todos os sinais de envelhecimento. E necessitava de uma grande e cara reforma estrutural. Foi uma festa.

Quando o estádio foi indicado para a abertura da Copa pela Comissão local ( formada por 3 tricolores) a festa foi maior ainda. Levaram todos para uma solenidade no Morumbi: presidente da república, governador, prefeito, presidente da CBF e da FIFA e até o presidente do Corinthians ( num erro sem precedente). Fotos e videos foram feitos. A mídia apoiava por todo lado, só faltava saber de onde viria o dinheiro.

Foi um fracasso só. O clube não conseguia encontrar um caminho para o governo a CBF e a FIFA bancarem a reconstrução do estádio do Morumbi.

Sem saída começaram a encontrar adversários do qual o mais citado era o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. O duro era admitir a verdade. O clube não tinha dinheiro para a reforma e precisava que a CBF a Fifa e o governo descobrissem o tutu.

O SPFC tinha uma tática clara. Empurrar com a barriga até a hora que não fosse possível encontrar outro estádio para a cidade.

Deu tudo errado. E a situação é a que temos ai. O Morumbi fora da Copa e seu adversário construindo o estádio para a abertura do evento.

Só isso já seria motivo para um ódio eterno. Mas tem outras porções de rancor por ai.

2003 que eles não esquecem

Perder disputa para o Corinthians sempre foi um ato corriqueiro na vida tricolor. Mas creio que poucas coisas doeu mais que o campeonato de 2003.

O SPFC não ganhava nada há alguns anos e o presidente da Federação Paulista, Eduardo Farah, falava claramente pra todos : aquele teria que ser o campeonato para o SPFC. ” Um clube como o SPFC não pode ficar sem título”, dizia o tempo todo em qualquer reunião.

Quando o tricolor e o Timão ficaram para a final o presidente interpretou um estatuto confuso à favor ao SPFC. Acreditava que o Corinthians ficaria calado até porque uma parte da diretoria do alvinegro não queria briga com a federação. Nada disso ocorreu. O Timão brigou por todo lado e conseguiu decisão no CBF que daria outra interpretação do regulamento. E, no campo, ganhou os dois jogos pelo mesmo placar: 3×2. A raiva tricolor chegou as nuvens.

Parreira

Carlos Alberto Parreira, após a Copa de 94 ganha nos Estados Unidos, era o técnico dos sonhos do tricolores. Vencedor, culto( fala várias linguas) , discreto quase não diz palavrão. Era a figura que casava com o imaginário dos tricolores sempre dispostos a se dizerem ricos, cultos e preparados.

Parreira foi contratado e foi um dos grandes desastre do tricolor. Mas o fato foi escondido pela mídia. O técnico carioca não era bem vistos pelos jogadores líderes no elenco tricolor. E ,rapidamente, os dirigentes do tricolor, também, não aceitaram os métodos do SPFC : os cartolas estavam acostumados a dar palpites na escalação do time e Parreira não achava correto.

Um dirigente do tricolor organizou um churrasco num sitio da grande São Paulo e colocaram o problema abertamente: queriam demitir o técnico mas não podiam. O técnico tinha prestígio e a contratação era recente. Os jogadores encontraram a solução: passariam a jogar com “falta de vontade” para ajudar a “saída do técnico” . Foi o que ocorreu.

Quando o Corinthians contratou o técnico Parreira no final de 2001 a mídia local passou a fazer a maior campanha:” retranqueiro”, “não sabe dirigir time”, “não fala a lingua dos jogadores” etc. Aqueles jornalista que vestiam a camisa tricolor eram os mais críticos.

E deu tudo de forma diferente. Parreira mostrou que era bom treinador de clube e caiu no gosto do torcedor. O técnico campeão mundial é dedicado, gosta de treinar intensamente, e procura um futebol organizado. Infelizmente para o Corinthians e para Parreira só saiu do clube para ir a seleção.

Mas Parreira é uma propaganda ambulante do Corinthians. Em todos os lugares que vai só elogia o Timão. Na sua biografia, seu período no Parque São Jorge, ocupa mais espaço que a seleção de 94.

A passagem pelo tricolor ocupa 3 linhas. Educado, preferiu não contar o que viu e o que era o SPFC que a mídia vendia com clube exemplar.

Mas, não tenho dúvida, que isto aumentou a raiva dos tricolores contra o Timão.

Muricy

Todo mundo conhece o que o técnico Muricy sofreu no SPFC. Ele não esconde o que ocorreu naquele período onde ganhou títulos e uma campanha feroz que membros da direção faziam – pela mídia- contra seu trabalho. A mídia quer esconder este episódio pois ele revela o lado “moderno, organizado, profissional” do tricolor.

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