Vejam os jogadores que já viraram caso de polícia

mauricio.rcf

Vagner Love, de passagem pelo Rio de Janeiro em 2010, foi convocado a prestar depoimento à polícia do Rio, em 2010. O motivo: foi visto sendo escoltado por traficantes. E teve que dar explicações a respeito

Em 2011, Somália faltou a um treino no Botafogo. Mas a justificativa acabou virando um caso de falsa comunicação de crime: na polícia, ele deu queixa por um suposto sequestro-relâmpago, mas foi desmascarado logo depois pelas imagens de elevador de seu próprio prédio. Ele apenas não queria admitir ao técnico que estava atrasado...

O deputado federal Romário também já teve seus dias de encrenca com a polícia. Tudo por causa da ex-mulher, que reclamou as pensões atrasadas do craque aos seus filhos mais velhos, Moniquinha e Romarinho. Resultado: uma noite na cadeia

Não pense você que os gladiadores estão livres de confusão: Kleber, do Palmeiras, já foi acusado de atropelar um rapaz, ao sair de uma boate em São Paulo, em 2008. Mas o caso foi devidamente abafado e o seu resultado nunca veio a público

Na Libertadores de 2005, o atacante Grafite acusou o jogador argentino Desábato, do Quilmes, de ter feito ofensas racistas durante jogo no Morumbi. O adversário foi preso ainda dentro de campo para prestar esclarecimentos, após a partida

O goleiro Bruno, então jogador do Flamengo, foi preso em 2010 acusado de sequestro, homicídio e omissão de cadáver de uma ex-amante, a modelo Elisa Samudio, que permanece desaparecida. Posteriormente, o atleta foi condenado pela justiça carioca a quatro anos de prisão por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal

O ex-jogador e comentarista de TV Edmundo está foragido. Ele finalmente teve mandado de prisão expedido depois de ter sido condenado em março de 1999 a quatro anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto, pelos homicídios culposos de três pessoas e lesões corporais também culposas em outras três, vítimas de um acidente ocorrido na Lagoa, zona sul do Rio, na madrugada do dia 2 de dezembro de 1995

O jogador corintiano Leandro Castán atingiu um amigo com um tiro no peito, depois de "brincar" com uma espingarda de pressão. Após passar por dias de dúvida e sofrimento, finalmente o amigo saiu do hospital e deve voltar a pensar em futebol muito em breve

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