[OFF] Por que empresas como a Nike querem um atleta gay. Em breve nos Travecos, aqui no Brasil. kkkk

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wenderpeixoto

A Nike está à procura de um atleta gay. Alguém como Rick Welts, presidente do Golden State Warriors, time de basquete da NBA. Em 2011, em uma entrevista ao The New York Times, o dirigente surpreendeu quando assumiu ser homossexual. Hoje, é membro do You Can Play, uma entidade que combate a homofobia no esporte.

Antes de dar a entrevista ao jornal, Welts revelou o segredo a amigos, colegas de trabalho e parceiros comerciais – entre eles, executivos da Nike. E ouviu deles que a fabricante de materiais esportivos gostaria que ele, Welts, fosse uma espécie de embaixador da marca na busca do primeiro atleta renomado abertamente gay da história do esporte nos Estados Unidos.

“Eles deixaram claro para mim que a Nike iria abraçá-lo”, contou o dirigente à Bloomberg. “Os jogadores que assumirem vão ficar impressionados com as oportunidades adicionais que serão colocadas na mesa, em vez das que serão retiradas”.

Oficialmente, Phil Knight, co-fundador e chairman da Nike, concordou que a empresa gostaria de ter um atleta gay como garoto-propaganda, “desde que seja o atleta certo no momento certo”.

O interesse da companhia em apoiar a causa tem uma razão comercial. Analistas estimam que gays, lésbicas e bissexuais tenham um poder aquisitivo de quase US$ 800 bilhões nos Estados Unidos.

Até agora, grandes empresas anunciaram apoio ao casamento gay. Além da Nike, Microsoft, Apple, Facebook e Starbucks são exemplos. Mas falta um garoto-propaganda, alguém assumidamente homossexual que gere identificação com este público – e um atleta viria bem a calhar.

O bilionário Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, outra equipe de basquete da NBA, comentou que “ficaria honrado” em ver gays em sua equipe. “Seria uma mina de ouro em marketing para todos os envolvidos”, escreveu à Bloomberg por e-mail.

Ser o primeiro atleta de renome a assumir publicamente a homossexualidade também conta.

No Brasil, por exemplo, muitos irão sempre lembrar de Daniela Mercury como uma das primeiras grandes artistas a revelar o segredo. Logo, caso alguma empresa esteja interessada em uma campanha publicitária direcionada para este público, ela seria o primeiro nome a ser considerado.

“Há muito mais recompensas do que riscos agora”, argumenta Bob Witeck, um consultor especializado em marketing gay. “Você ganha a maior parte dos benefícios quando é o primeiro a fazer”.

Na teoria, tudo muito bonito. A história fica mais complicada, principalmente nos Estados Unidos, porque ainda há muitos casos de homofobia no esporte.

Logo depois que Rick Welts assumiu ser gay, Kobe Bryant, um dos principais jogadores de basquete americanos desta geração, xingou um juiz da NBA com termos ofensivos aos homossexuais. Foi multado em US$ 100 mil. Um mês depois, Joakim Noah, outro atleta da NBA, xingou um torcedor com mais palavras relacionadas à homossexualidade. Foi multado em US$ 50 mil.

Ambos tiveram de pedir desculpas publicamente e participaram de campanhas anti-homofobia. No começo deste ano, Bryant chegou até a repudiar um de seus seguidores no Twitter por usar um termo pejorativo aos gays. Mas os casos mostram que há, ainda, preconceito arraigado nos atletas.

A homofobia costuma aparecer mais dentro de vestiários. Neste mês, o técnico do time de basquete masculino da Rutgers University, de New Jersey, foi demitido depois que a ESPN exibiu um vídeo no qual ele tentava incentivar atletas com palavrões contra gays.

“Se você vai a um grupo de atletas e pergunta se eles apoiariam ter colegas abertamente gays, a vasta maioria diria sim. Mas se você pergunta sobre quantos deles usaram termos anti-gay nas últimas 48 horas, a maioria também diz sim”, contou Patrick Burke, co-fundador do You Can Play.

Fonte: http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/negociosfc/2013/04/12/a-procura-da-nike-por-um-atleta-gay/

Abs.
Peixoto.

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