'Senhor Libertadores', Ceni é amuleto do São Paulo contra o Atlético-MG
Dois títulos, 14 gols, quase 90% de aproveitamento no estádio do Morumbi: números do goleiro na competição sul-americana impressionam
Fonte Globo Esporte
2 de Maio de 2013
Rogério Ceni comemora gol de pênalti marcado contra o Atlético-MG, no Morumbi (Foto: AP)
Se Rogério Ceni passasse a usar Libertadores como sobrenome, não seria nenhum exagero. Pelo menos para o torcedor são-paulino. Há mais de 20 anos como profissional do clube do Morumbi, o goleiro colecionou números impressionantes na competição sul-americana. Retrospecto que dá motivação para o duelo desta quinta-feira, contra o Atlético-MG, às 22h, em casa, pela partida de ida das oitavas de final.
Na fase de grupos, o São Paulo esteve bem perto de ser eliminado. Chegou à última rodada precisando de uma vitória sobre o Galo e de um triunfo do Arsenal de Sarandí sobre o The Strongest. Os dois resultados ocorreram. Os argentinos bateram os bolivianos, e o Tricolor, com a assinatura de Rogério Ceni em gol de pênalti, venceu os mineiros por 2 a 0 – Ademílson fez o outro.
O gol anotado na partida diante do Atlético-MG foi o 14º de Ceni na competição. O goleiro, aliás, é o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores. A comemoração naquele dia mostrou o quanto a competição é importante para o camisa 1 e também para o clube. Parecia conquista de vaga na decisão, e não nas oitavas de final. Mas a euforia do capitão é um dos trunfos para seguir adiante.

Rogério Ceni, com a taça de campeão em 2005 (Foto: AFP)
A equipe tricolor ressurgiu na Taça Libertadores da América. Com a pior campanha entre os 16 classificados, é verdade. Mas ressurgiu. E os números de Ceni mostram por que o Atlético-MG queria tanto eliminar o São Paulo e evitar esse confronto.
Com dois títulos da competição na bagagem, um como reserva, em 1993, e outro como titular, em 2005, Rogério Ceni entrou em campo 80 vezes na Libertadores. Foram 46 vitórias, 16 empates e 18 derrotas, tendo 64,17% de aproveitamento. São 14 gols marcados e 69 sofridos ao longo desses anos.
São números bons, é claro. Mas se for analisado apenas o retrospecto no estádio do Morumbi, Ceni se torna quase imbatível. No estádio do Tricolor, pela competição sul-americana, o goleiro fez 39 jogos. Foram 34 vitórias, três empates e apenas duas derrotas (uma para o Chivas, do México, e outra para o Inter. Ambas em 2006). Com isso, em casa, o ídolo são-paulino tem 89,74% de aproveitamento.
Aos 40 anos de idade, Rogério Ceni está perto de anunciar sua aposentadoria. Pode se que o goleiro pare ao final desta temporada. Portanto, cada jogo do time no Morumbi a partir de agora pode ser o último em casa pela Libertadores. A primeira partida com o Galo será nesta quinta-feira, às 20h15, e a volta está marcada para a próxima quarta-feira, dia 8, às 22h, no Independência, em Belo Horizonte.
Se Rogério Ceni passasse a usar Libertadores como sobrenome, não seria nenhum exagero. Pelo menos para o torcedor são-paulino. Há mais de 20 anos como profissional do clube do Morumbi, o goleiro colecionou números impressionantes na competição sul-americana. Retrospecto que dá motivação para o duelo desta quinta-feira, contra o Atlético-MG, às 22h, em casa, pela partida de ida das oitavas de final.
Na fase de grupos, o São Paulo esteve bem perto de ser eliminado. Chegou à última rodada precisando de uma vitória sobre o Galo e de um triunfo do Arsenal de Sarandí sobre o The Strongest. Os dois resultados ocorreram. Os argentinos bateram os bolivianos, e o Tricolor, com a assinatura de Rogério Ceni em gol de pênalti, venceu os mineiros por 2 a 0 – Ademílson fez o outro.
O gol anotado na partida diante do Atlético-MG foi o 14º de Ceni na competição. O goleiro, aliás, é o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores. A comemoração naquele dia mostrou o quanto a competição é importante para o camisa 1 e também para o clube. Parecia conquista de vaga na decisão, e não nas oitavas de final. Mas a euforia do capitão é um dos trunfos para seguir adiante.

Rogério Ceni, com a taça de campeão em 2005 (Foto: AFP)
A equipe tricolor ressurgiu na Taça Libertadores da América. Com a pior campanha entre os 16 classificados, é verdade. Mas ressurgiu. E os números de Ceni mostram por que o Atlético-MG queria tanto eliminar o São Paulo e evitar esse confronto.
Com dois títulos da competição na bagagem, um como reserva, em 1993, e outro como titular, em 2005, Rogério Ceni entrou em campo 80 vezes na Libertadores. Foram 46 vitórias, 16 empates e 18 derrotas, tendo 64,17% de aproveitamento. São 14 gols marcados e 69 sofridos ao longo desses anos.
São números bons, é claro. Mas se for analisado apenas o retrospecto no estádio do Morumbi, Ceni se torna quase imbatível. No estádio do Tricolor, pela competição sul-americana, o goleiro fez 39 jogos. Foram 34 vitórias, três empates e apenas duas derrotas (uma para o Chivas, do México, e outra para o Inter. Ambas em 2006). Com isso, em casa, o ídolo são-paulino tem 89,74% de aproveitamento.
Aos 40 anos de idade, Rogério Ceni está perto de anunciar sua aposentadoria. Pode se que o goleiro pare ao final desta temporada. Portanto, cada jogo do time no Morumbi a partir de agora pode ser o último em casa pela Libertadores. A primeira partida com o Galo será nesta quinta-feira, às 20h15, e a volta está marcada para a próxima quarta-feira, dia 8, às 22h, no Independência, em Belo Horizonte.
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