Raí torce por aposentadoria de Rogério Ceni diferente da sua
Fonte Gazeta Esportiva
21 de Abril de 2013
Raí não conseguiu fechar a carreira com um grande título e espera outro desfecho para Ceni
Raí esteve muito perto da aposentadoria que sonhava. Campeão paulista pelo São Paulo em 2000, ele esperava dar a volta olímpica no Mineirão com o inédito título da Copa do Brasil e com as chuteiras penduradas, mas Geovanni marcou um gol de falta nos acréscimos e o troféu ficou com o Cruzeiro.
“Fiquei superfrustrado por ser vice. Minha ideia era parar ali, sendo campeão, buscando aquela conquista que o São Paulo ainda não tinha. Seria uma grande última vitória, o último ato”, comentou o ex-jogador, que acabou encerrando a carreira poucas partidas depois.
Agora, está chegando a hora de outro ídolo tricolor dar adeus. Rogério Ceni já avisou que há “99% de chance” de a atual temporada ser a sua última. Raí prefere não palpitar, confiando na decisão do goleiro, mas torce por uma despedida diferente da sua.
“Tomara que seja com essa grande vitória, ele merece isso”, comentou o antigo camisa 10 do São Paulo. “Por ser goleiro, ele pôde jogar um pouco mais, mas é sempre difícil para um jogador parar. De qualquer maneira, acho que ele vai saber fazer essa transição.”
A proximidade do adeus foi um dos motivos que fizeram Ceni vibrar tanto com a classificação do Tricolor às oitavas de final da Copa Libertadores. Uma eliminação – além de pesar em seus ombros, pelas falhas na competição até o triunfo sobre o Atlético-MG, com gol dele – seria o fim da linha na competição favorita do clube.
Agora, a equipe do Morumbi está viva e cheia de moral para o primeiro confronto do mata-mata, justamente com o Atlético-MG. No mundo ideal para os são-paulinos, Rogério repete 2005, ganha a Libertadores e fecha a carreira, perto de completar 41 anos, com mais um título mundial.
Raí esteve muito perto da aposentadoria que sonhava. Campeão paulista pelo São Paulo em 2000, ele esperava dar a volta olímpica no Mineirão com o inédito título da Copa do Brasil e com as chuteiras penduradas, mas Geovanni marcou um gol de falta nos acréscimos e o troféu ficou com o Cruzeiro.
“Fiquei superfrustrado por ser vice. Minha ideia era parar ali, sendo campeão, buscando aquela conquista que o São Paulo ainda não tinha. Seria uma grande última vitória, o último ato”, comentou o ex-jogador, que acabou encerrando a carreira poucas partidas depois.
Agora, está chegando a hora de outro ídolo tricolor dar adeus. Rogério Ceni já avisou que há “99% de chance” de a atual temporada ser a sua última. Raí prefere não palpitar, confiando na decisão do goleiro, mas torce por uma despedida diferente da sua.
“Tomara que seja com essa grande vitória, ele merece isso”, comentou o antigo camisa 10 do São Paulo. “Por ser goleiro, ele pôde jogar um pouco mais, mas é sempre difícil para um jogador parar. De qualquer maneira, acho que ele vai saber fazer essa transição.”
A proximidade do adeus foi um dos motivos que fizeram Ceni vibrar tanto com a classificação do Tricolor às oitavas de final da Copa Libertadores. Uma eliminação – além de pesar em seus ombros, pelas falhas na competição até o triunfo sobre o Atlético-MG, com gol dele – seria o fim da linha na competição favorita do clube.
Agora, a equipe do Morumbi está viva e cheia de moral para o primeiro confronto do mata-mata, justamente com o Atlético-MG. No mundo ideal para os são-paulinos, Rogério repete 2005, ganha a Libertadores e fecha a carreira, perto de completar 41 anos, com mais um título mundial.
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