Edson Silva revela abatimento por reserva mas respeita decisão de Ney
Última partida do camisa 14 como titular aconteceu em La Paz, quando o Tricolor perdeu para o The Strongest (BOL), pela Libertadores. Defensor deve atuar domingo, pelo Paulista
Fonte Lancenet
19 de Abril de 2013
Edson Silva, no último jogo em que iniciou entre os titulares, contra o The Strongest (Foto: Aizar Raldes/AFP)
O zagueiro são-paulino Edson Silva era, até duas semanas atrás, titular da equipe do São Paulo. No último jogo em que iniciou entre os 11 (da equipe considera ideal), viu os bolivianos do The Strongest superarem o Tricolor em La Paz por 2 a 1, pela Libertadores.
Desde então, o camisa 14, que havia iniciado a temporada na reserva, assistiu ao "concorrente" Lúcio tomar sua vaga e voltou para o banco. Nesta sexta-feira, o defensor revelou certo abatimento pela perda da posição, mas disse respeitar a decisão do técnico Ney Franco.
- Não teve conversa nenhuma. Da mesma forma que ele me colocou de titular, ele optou por eu ficar no banco. Eu respeitei e pronto. Em prol da equipe, em prol do grupo. Não é à toa que o grupo está sendo o que está sendo. Temos uma disputa interna, um querendo ganhar a posição do outro, mas é uma disputa sadia. A gente fica um pouco cabisbaixo, todo jogador quer jogar, isso é normal do futebol, vai ser sempre assim - afirmou, em entrevista coletiva na manhã desta sexta, no CT da Barra Funda.
Após o revés para o The Strongest, Ney Franco atuou com os titulares em apenas uma oportunidade antes de receber o Galo, pelo torneio continental. Na ocasião, o Tricolor bateu o União Barbarense por 2 a 1 e a zaga foi formada por Lúcio e Rafael Toloi, assim como na última quarta, no triunfo sobre o Galo.
O zagueiro são-paulino Edson Silva era, até duas semanas atrás, titular da equipe do São Paulo. No último jogo em que iniciou entre os 11 (da equipe considera ideal), viu os bolivianos do The Strongest superarem o Tricolor em La Paz por 2 a 1, pela Libertadores.
Desde então, o camisa 14, que havia iniciado a temporada na reserva, assistiu ao "concorrente" Lúcio tomar sua vaga e voltou para o banco. Nesta sexta-feira, o defensor revelou certo abatimento pela perda da posição, mas disse respeitar a decisão do técnico Ney Franco.
- Não teve conversa nenhuma. Da mesma forma que ele me colocou de titular, ele optou por eu ficar no banco. Eu respeitei e pronto. Em prol da equipe, em prol do grupo. Não é à toa que o grupo está sendo o que está sendo. Temos uma disputa interna, um querendo ganhar a posição do outro, mas é uma disputa sadia. A gente fica um pouco cabisbaixo, todo jogador quer jogar, isso é normal do futebol, vai ser sempre assim - afirmou, em entrevista coletiva na manhã desta sexta, no CT da Barra Funda.
Após o revés para o The Strongest, Ney Franco atuou com os titulares em apenas uma oportunidade antes de receber o Galo, pelo torneio continental. Na ocasião, o Tricolor bateu o União Barbarense por 2 a 1 e a zaga foi formada por Lúcio e Rafael Toloi, assim como na última quarta, no triunfo sobre o Galo.
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