Virada do título da Internazionale inspira Lúcio e o São Paulo na Libertadores
Fonte ESPN
16 de Abril de 2013
Lúcio, então na Internazionale, comemora gol com ex-companheiros
Nada como ter um atleta de currículo internacional no elenco. No jogo que decidirá a classificação do São Paulo às oitavas de final da Copa Libertadores, nesta quarta-feira, contra o Atlético-MG, o time do Morumbi poderá se espelhar em uma situação parecida vivida pelo campeão da Champions League de 2010, a Internazionale.
Quem estava no clube italiano naquele ano e agora defende o Tricolor paulista é Lúcio, zagueiro que começará como titular nesta quarta e terá a missão de segurar Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli, Jô e o poderoso ataque do Atlético.
Lúcio relembrou em entrevista à ESPN Brasil a dramática partida da última rodada da fase de grupos da Champions de 2010 com a Inter.
“Foi um jogo aonde a gente caiu na chave do Barcelona e do Dínamo de Kiev, que na ocasião estava jogando bem. TÍnhamos que ganhar fora de casa e até os 38, 40 minutos do segundo tempo, estávamos perdendo de 1 a 0. O Mourinho - técnico dos italianos na época - foi muito ousado e corajoso, tirou dois defensores e colocou dois atacantes. Jogamos com quatro na frente e em dois minutos fizemos dois gols. Dai começou a arrancada para o título.”
O caso do São Paulo é ainda mais complicado. Diferentemente da Internazionale, a equipe brasileira precisa ganhar e também torcer para o Strongest-BOL não vencer o Arsenal-ARG, nesta quarta, em Buenos Aires.
Lúcio pede para seus companheiros não perderem a esperança. “Futebol é cheio de surpresas, é difícil prever o que vai acontecer amanhã. Infelizmente chegamos em uma situação que não depende mais só do nosso resultado. O mais importante para nós, nossa auto-estima, é fazer o resultado. Sabemos que é um adversário difícil, mas temos que acreditar até o último minuto.”
Em nome da união do grupo, o zagueiro garante: os problemas com o técnico Ney Franco já foram resolvidos. O veterano discutiu com o treinador depois de ter sido substituído na derrota para o Arsenal, na Argentina e de ter saído insatisfeito de campo.
“Sair direto de uma partida e ir para o vestiário acontece sempre na Europa. O jogador tem que fazer tratamento, às vezes esta triste não só com a substituição, mas com seu rendimento. Não achei que isso ia dar tanta repercussão, mas foi importante para minha readaptação no Brasil. O ambiente no clube está muito bom. Teve alguns problemas, divergências de opinião, mas já foi resolvido. Não tem clima pesado entre jogadores e comissão técnica.”

Valdivia e Lucio conversam com o árbitro durante tenso São Paulo x Palmeiras
Nada como ter um atleta de currículo internacional no elenco. No jogo que decidirá a classificação do São Paulo às oitavas de final da Copa Libertadores, nesta quarta-feira, contra o Atlético-MG, o time do Morumbi poderá se espelhar em uma situação parecida vivida pelo campeão da Champions League de 2010, a Internazionale.
Quem estava no clube italiano naquele ano e agora defende o Tricolor paulista é Lúcio, zagueiro que começará como titular nesta quarta e terá a missão de segurar Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli, Jô e o poderoso ataque do Atlético.
Lúcio relembrou em entrevista à ESPN Brasil a dramática partida da última rodada da fase de grupos da Champions de 2010 com a Inter.
“Foi um jogo aonde a gente caiu na chave do Barcelona e do Dínamo de Kiev, que na ocasião estava jogando bem. TÍnhamos que ganhar fora de casa e até os 38, 40 minutos do segundo tempo, estávamos perdendo de 1 a 0. O Mourinho - técnico dos italianos na época - foi muito ousado e corajoso, tirou dois defensores e colocou dois atacantes. Jogamos com quatro na frente e em dois minutos fizemos dois gols. Dai começou a arrancada para o título.”
O caso do São Paulo é ainda mais complicado. Diferentemente da Internazionale, a equipe brasileira precisa ganhar e também torcer para o Strongest-BOL não vencer o Arsenal-ARG, nesta quarta, em Buenos Aires.
Lúcio pede para seus companheiros não perderem a esperança. “Futebol é cheio de surpresas, é difícil prever o que vai acontecer amanhã. Infelizmente chegamos em uma situação que não depende mais só do nosso resultado. O mais importante para nós, nossa auto-estima, é fazer o resultado. Sabemos que é um adversário difícil, mas temos que acreditar até o último minuto.”
Em nome da união do grupo, o zagueiro garante: os problemas com o técnico Ney Franco já foram resolvidos. O veterano discutiu com o treinador depois de ter sido substituído na derrota para o Arsenal, na Argentina e de ter saído insatisfeito de campo.
“Sair direto de uma partida e ir para o vestiário acontece sempre na Europa. O jogador tem que fazer tratamento, às vezes esta triste não só com a substituição, mas com seu rendimento. Não achei que isso ia dar tanta repercussão, mas foi importante para minha readaptação no Brasil. O ambiente no clube está muito bom. Teve alguns problemas, divergências de opinião, mas já foi resolvido. Não tem clima pesado entre jogadores e comissão técnica.”

Valdivia e Lucio conversam com o árbitro durante tenso São Paulo x Palmeiras
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