Faxina tricolor economiza R$ 300 mil por mês
Fonte Diario de SP/Jorge Nic
14 de Abril de 2013
As demissões de Luiz Rosan, Turíbio Leite de Barros e Carlinhos Neves acabaram com a elogiada comissão técnica fixa do Tricolor e renderam dezenas de críticas ao presidente Juvenal Juvêncio. Mas, ao menos,
garantiram uma economia de R$ 300 mil por mês ao clube.
O fisioterapeuta, o fisiologista e o preparador físico eram donos dos maiores salários entre os integrantes da comissão técnica do São Paulo. Em média, faturavam R$ 100 mil cada. Para se ter uma ideia, eles recebiam mais do que vários jogadores importantes do elenco, como o volante Wellington, o zagueiro Paulo Miranda e o atacante Aloísio.
Além do aspecto financeiro, a diretoria alega que Rosan, Turíbio e Carlinhos se acomodaram com o emprego de longa data. “Eles acabaram se tornando folgados com o passar do tempo. O Rosan, por exemplo, nem aparecia diariamente no Reffis”, afirma um integrante da diretoria.
garantiram uma economia de R$ 300 mil por mês ao clube.
O fisioterapeuta, o fisiologista e o preparador físico eram donos dos maiores salários entre os integrantes da comissão técnica do São Paulo. Em média, faturavam R$ 100 mil cada. Para se ter uma ideia, eles recebiam mais do que vários jogadores importantes do elenco, como o volante Wellington, o zagueiro Paulo Miranda e o atacante Aloísio.
Além do aspecto financeiro, a diretoria alega que Rosan, Turíbio e Carlinhos se acomodaram com o emprego de longa data. “Eles acabaram se tornando folgados com o passar do tempo. O Rosan, por exemplo, nem aparecia diariamente no Reffis”, afirma um integrante da diretoria.
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