Wallyson lembra golaço e espera abrir contagem
Atacante marcou um dos gols mais bonitos da carreira sobre o Corinthians
Fonte site oficial
28 de Março de 2013
Por Rubens Chiri / saopaulofc.net
O dia 24 de julho de 2011 não sairá da memória do atacante Wallyson. Naquela tarde, no Pacaembu, o jogador fez um dos gols mais bonitos da carreira ao bater de muito longe e encobrir o goleiro Renan, do Corinthians, que fazia sua estreia. O Cruzeiro venceu o jogo por 1 a 0 e tirou a invencibilidade do time paulista.
"Foi um gol muito bonito, que ficou marcado por ter sido de longe e por ter quebrado a invencibilidade deles. Sem dúvida foi especial. Ficará na memória", afirma o atacante, antes de reencontrar o rival.
Titular do time nos últimos quatro jogos, Wallyson aproveitou a chance enquanto Osvaldo servia a Seleção Brasileira e ganhou moral com Ney Franco. Ele participou diretamente de cinco gols da equipe - duas assistências - e no clássico deste domingo espera abrir sua contagem no Tricolor.
"Ainda não sei se vou jogar, mas venho fazendo bons jogos, participando diretamente dos gols da equipe e chego ao clássico bem confiante. Está na hora do meu gol sair e se for domingo, melhor ainda", afirma o jogador de 24 anos, qua já guardou duas vezes no rival, uma pelo Cruzeiro e outra atuando pelo Atlético Paranaense.
Wallyson sabe o quão é importante fazer gol em clássicos. "Clássico fica marcado na carreira do jogador e na memória do torcedor. Jogos assim dão moral porque além da rivalidade das torcidas, as partidas são mais difíceis. É o tipo do jogo que não pode deixar as oportunidades passarem", conclui o são-paulino.
O dia 24 de julho de 2011 não sairá da memória do atacante Wallyson. Naquela tarde, no Pacaembu, o jogador fez um dos gols mais bonitos da carreira ao bater de muito longe e encobrir o goleiro Renan, do Corinthians, que fazia sua estreia. O Cruzeiro venceu o jogo por 1 a 0 e tirou a invencibilidade do time paulista.
"Foi um gol muito bonito, que ficou marcado por ter sido de longe e por ter quebrado a invencibilidade deles. Sem dúvida foi especial. Ficará na memória", afirma o atacante, antes de reencontrar o rival.
Titular do time nos últimos quatro jogos, Wallyson aproveitou a chance enquanto Osvaldo servia a Seleção Brasileira e ganhou moral com Ney Franco. Ele participou diretamente de cinco gols da equipe - duas assistências - e no clássico deste domingo espera abrir sua contagem no Tricolor.
"Ainda não sei se vou jogar, mas venho fazendo bons jogos, participando diretamente dos gols da equipe e chego ao clássico bem confiante. Está na hora do meu gol sair e se for domingo, melhor ainda", afirma o jogador de 24 anos, qua já guardou duas vezes no rival, uma pelo Cruzeiro e outra atuando pelo Atlético Paranaense.
Wallyson sabe o quão é importante fazer gol em clássicos. "Clássico fica marcado na carreira do jogador e na memória do torcedor. Jogos assim dão moral porque além da rivalidade das torcidas, as partidas são mais difíceis. É o tipo do jogo que não pode deixar as oportunidades passarem", conclui o são-paulino.
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