Blog do Janca: Jesus Lopes pressiona Juvenal para demitir logo Ney Franco. Estrelas x Ney Franco
Fonte Lancenet
19 de Março de 2013
Ney Franco acertou ao dizer que não vai mais acatar reclamações públicas de jogadores que insistem em interferir na escalação do São Paulo. O técnico é ele e a hierarquia tem de ser respeitada.
A situação do treinador, no entanto, segue complicada, já que o vice de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, defende sua saída do Morumbi e pressiona Juvenal Juvêncio a demiti-lo antes mesmo do jogo contra o The Strongest, em 4 de abril, na Bolívia, que pode decidir a sorte do clube na Libertadores. Grupos de conselheiros e torcedores também resolveram atacar Ney Franco, que não conseguiu montar um esquema de jogo para o time em 2013 e se perdeu na parte tática após a saída de Lucas para a França.
O estafe de Ganso, principal aposta são-paulina para a temporada, tem atiçado o atleta, que é mal assessorado, aliás, contra o técnico. Ganso está inconformado com o banco de reservas, mas há pelo menos dois anos não rende o que mostrou antes da Copa de 2010. Saiu em litígio do Santos e não se encontrou no Morumbi.
Outro descontente é o zagueiro Lúcio, que tem atuado mal, não deu segurança nenhuma à defesa, que vinha rendendo mais no final de 2012 com Rafael Tolói e Rhodolfo do que agora.
Para piorar, Rogério Ceni até hoje não engole a bronca que levou de Ney Franco ano passado, quando pediu a entrada de Cícero num jogo da Sul-Americana e viu o técnico optar por William José. Na ocasião o treinador deixou claro que quem manda é ele, recebendo respaldo do presidente são-paulino, que é favorável à sua continuação no cargo pelo menos até que o destino do São Paulo seja definido na Libertadores. Se passar pela fase de grupos, seguiria. Eliminado, sairia.
A boa campanha no Paulista, onde o time é líder do torneio, não conta na avaliação, já que a primeira fase do Paulista, com 19 jogos pra cada time, classificando-se oito à fase final, pouco vale.
Concordo que neste início de ano Ney Franco não conseguiu acertar a equipe, que não tem padrão de jogo e está perdida em diversos setores, especialmente na defesa. Mas Juvenal já testou vários treinadores, tirando um após o outro, e o São Paulo segue com problemas. O principal deles talvez não seja a comissão técnica e sim a diretoria, mais preocupada em se perpetuar no poder e minar qualquer tentativa de oposição do que em comandar o clube. Tanto que apoiou mudança no estatuto para o próprio Juvenal ganhar mais um mandato como presidente. O São Paulo já viveu dias melhores. Bem melhores, aliás.
A situação do treinador, no entanto, segue complicada, já que o vice de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, defende sua saída do Morumbi e pressiona Juvenal Juvêncio a demiti-lo antes mesmo do jogo contra o The Strongest, em 4 de abril, na Bolívia, que pode decidir a sorte do clube na Libertadores. Grupos de conselheiros e torcedores também resolveram atacar Ney Franco, que não conseguiu montar um esquema de jogo para o time em 2013 e se perdeu na parte tática após a saída de Lucas para a França.
O estafe de Ganso, principal aposta são-paulina para a temporada, tem atiçado o atleta, que é mal assessorado, aliás, contra o técnico. Ganso está inconformado com o banco de reservas, mas há pelo menos dois anos não rende o que mostrou antes da Copa de 2010. Saiu em litígio do Santos e não se encontrou no Morumbi.
Outro descontente é o zagueiro Lúcio, que tem atuado mal, não deu segurança nenhuma à defesa, que vinha rendendo mais no final de 2012 com Rafael Tolói e Rhodolfo do que agora.
Para piorar, Rogério Ceni até hoje não engole a bronca que levou de Ney Franco ano passado, quando pediu a entrada de Cícero num jogo da Sul-Americana e viu o técnico optar por William José. Na ocasião o treinador deixou claro que quem manda é ele, recebendo respaldo do presidente são-paulino, que é favorável à sua continuação no cargo pelo menos até que o destino do São Paulo seja definido na Libertadores. Se passar pela fase de grupos, seguiria. Eliminado, sairia.
A boa campanha no Paulista, onde o time é líder do torneio, não conta na avaliação, já que a primeira fase do Paulista, com 19 jogos pra cada time, classificando-se oito à fase final, pouco vale.
Concordo que neste início de ano Ney Franco não conseguiu acertar a equipe, que não tem padrão de jogo e está perdida em diversos setores, especialmente na defesa. Mas Juvenal já testou vários treinadores, tirando um após o outro, e o São Paulo segue com problemas. O principal deles talvez não seja a comissão técnica e sim a diretoria, mais preocupada em se perpetuar no poder e minar qualquer tentativa de oposição do que em comandar o clube. Tanto que apoiou mudança no estatuto para o próprio Juvenal ganhar mais um mandato como presidente. O São Paulo já viveu dias melhores. Bem melhores, aliás.
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