Existe vida sem Osvaldo? São Paulo se prepara para ficar sem protagonista, agora na Seleção
Fonte Lancenet
19 de Março de 2013
"Imagina se o Osvaldo se machuca?" é o questionamento que alguns dos mais preocupados são-paulinos têm feito neste início de temporada. O próprio capitão Rogério Ceni alertou no início do ano, após o 5 a 0 contra o Bolívar (BOL), no Morumbi. O elenco precisava de mais peças para a posição para sobreviver aos momentos em que não puder contar com Osvaldo. Agora, virá a prova: na Seleção, o atacante vai desfalcar a equipe contra São Bernardo e Bragantino.
As alternativas que Rogério Ceni e até o técnico Ney Franco pediram publicamente não foram contratadas. Osvaldo, ao mesmo tempo, foi cada vez mais assumindo papel preponderante no time. Nesta temporada, ele tem seis assistências e cinco gols. É o líder do elenco em passes para gol, e briga pela artilharia, atrás de Jadson e Luis Fabiano, que marcaram sete vezes.
No último jogo, contra o Oeste - primeiro da série de três partidas sem Osvaldo - quem atuou na ponta esquerda foi Ademilson. O time do último confronto não contava com alguns dos titulares, poupados, mas no elenco não há tantas alternativas para fugir da última.
Antes da lesão do lateral-direito Paulo Miranda, Douglas e Aloísio brigavam pela vaga na ponta do mesmo lado. A dupla, no entanto, pode ser opção agora para substituir Osvaldo. Além deles e de Ademilson, o grupo ainda conta com Cañete, que teve bom início de temporada mas não tem tido tantas oportunidades, e Wallyson, que é visto por Ney Franco como ponta direita, mas que também poderá ocupar o outro flanco.
Nas próximas duas partidas, o São Paulo terá de provar que a passagem de 2012 para 2013 não manteve a dependência por um atleta. No ano passado, o time não funcionava sem Lucas, e sofre até hoje por isso. Agora, sem Osvaldo, convocado justamente para ocupar o corte do ex-são-paulino, atualmente no Paris Saint-Germain (FRA), a dependência pode só trocar de nome. Com o Brasil de Luiz Felipe Scolari, Osvaldo enfrenta a Itália no dia 21, em Genebra, na Suíça, e depois pega a Rússia, dia 25, em Londres, na Inglaterra.
As alternativas que Rogério Ceni e até o técnico Ney Franco pediram publicamente não foram contratadas. Osvaldo, ao mesmo tempo, foi cada vez mais assumindo papel preponderante no time. Nesta temporada, ele tem seis assistências e cinco gols. É o líder do elenco em passes para gol, e briga pela artilharia, atrás de Jadson e Luis Fabiano, que marcaram sete vezes.
No último jogo, contra o Oeste - primeiro da série de três partidas sem Osvaldo - quem atuou na ponta esquerda foi Ademilson. O time do último confronto não contava com alguns dos titulares, poupados, mas no elenco não há tantas alternativas para fugir da última.
Antes da lesão do lateral-direito Paulo Miranda, Douglas e Aloísio brigavam pela vaga na ponta do mesmo lado. A dupla, no entanto, pode ser opção agora para substituir Osvaldo. Além deles e de Ademilson, o grupo ainda conta com Cañete, que teve bom início de temporada mas não tem tido tantas oportunidades, e Wallyson, que é visto por Ney Franco como ponta direita, mas que também poderá ocupar o outro flanco.
Nas próximas duas partidas, o São Paulo terá de provar que a passagem de 2012 para 2013 não manteve a dependência por um atleta. No ano passado, o time não funcionava sem Lucas, e sofre até hoje por isso. Agora, sem Osvaldo, convocado justamente para ocupar o corte do ex-são-paulino, atualmente no Paris Saint-Germain (FRA), a dependência pode só trocar de nome. Com o Brasil de Luiz Felipe Scolari, Osvaldo enfrenta a Itália no dia 21, em Genebra, na Suíça, e depois pega a Rússia, dia 25, em Londres, na Inglaterra.
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