Em cinco partidas na temporada com os titulares, são cinco formações diferentes no ataque. As mudanças se resumem a tentar achar uma solução para o lado direito do setor.
Contra a Ponte Preta, a bola da vez foi o argentino Cañete, o único que ainda não havia sido testado desde o início de uma partida. Discreto, ele não deu a solução que Ney Franco esperava no último teste antes da estreia na fase de grupos da Libertadores, na próxima quarta-feira, em Minas.
Como prometido, o treinador colocou Paulo Henrique Ganso na etapa final e ele não jogou ao lado de Jadson. O camisa 8 entrou como armador pela esquerda e Cañete, um pouco mais recuado, ocupou o outro lado. Douglas, opção testada na derrota em La Paz, deixou a lateral para ser o ponta.
Com um homem a mais na linha ofensiva, o São Paulo não conseguiu se livrar da competente marcação da Ponte Preta. A Macaca se propôs a jogar atrás da linha da bola e assim fez durante a partida inteira. Denis trabalhou apenas em um chute dado por Chiquinho no segundo tempo.
Aloísio, substituto de Luis Fabiano, teve a primeira oportunidade de atuar na função em que se destacou no Figueirense. Sem conseguir segurar a bola no campo de ataque, praticamente virou um rebatedor. Desta maneira, dificultou a vida de Jadson. O camisa 10 conseguiu dar apenas duas boas bolas para ele, na primeira etapa, porém sem perigo.
A última partida com os titulares antes de encarar o Atlético-MG mantém a dúvida de Ney Franco. Até o momento, ele não tem um companheiro sólido para Jadson, Osvaldo e Luis Fabiano.
Lado direito sem solução
Fonte Lancenet
7 de Fevereiro de 2013
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