Odílio Rodrigues, vice do Santos, e José Berenguer, membro do Comitê de Gestão do clube, telefonaram para Roberto Moreno, advogado da DIS.
As conversas resultaram numa nova proposta por escrito para que a empresa aceitasse colocar um ponto final na briga entre as duas partes na Justiça.
Agora oficialmente, o clube sugeriu que a DIS aceitasse R$ 4 milhões para esquecer a disputa judicial em que cobra cerca de R$ 8 milhões pelas vendas de Wesley e André. A oferta foi recusada. O Santos já tinha feito a mesma proposta, verbalmente, mas reduziu o valor para R$ 2 milhões ao colocar a sugestão no papel (ou num e-mail).
Apesar de rejeitar a ideia dos R$ 4 milhões, a DIS se ofereceu para assinar um termo se comprometendo a reservar a quantia em disputa para ela ficar com quem vencer a causa na Justiça. No mesmo imbróglio, o Santos questiona os 25% de Ganso que a empresa comprou durante a gestão anterior.
A opção dada pela DIS não agradou ao clube, e o caso seguiu empacado. Agora, Ganso tem sido orientado a fazer barulho para deixar ainda mais claro que quer trocar de ares.
