“Quem quer rir, tem que fazer rir.” Esse foi a mensagem twittada por Arnaldo Hase (@harnaldohase) diretor de comunicação do Santos, às 22h10 de terça-feira. A frase, que é repetida sempre por Luís Alvaro, presidente do clube, parece enigmática, mas não é.
Ela é a essência da estratégia utilizada pelo clube na negociação envolvendo Ganso e o São Paulo. Não interessa a proposta que vier, temos que tirar o máximo. Quem quer rir, tem de fazer rir.
A diretoria, que viu suas relações com Ganso se esgarçarem de vez quando comunicou ao jogador, de forma mentirosa, que o São Paulo havia desistido do negócio, tem se comportado de maneira dúbia a cada rodada de negociação. Sempre quer mais.
Quando o São Paulo aceitou pagar os R$ 23,8 milhões, o clube pediu 20% do lucro de uma futura negociação. Acertaram 10%. Agora, quer que DIS perdoe uma dívida de R$ 8 milhões, de antigas negociações, que estava sendo discutida na Justiça.
Se a DIS não quiser, o Santos exigirá que se pague a multa total, de R$ 53 milhões, que cai para menos de R$ 40 milhões em fevereiro. Ou paga ou não tem negócio. E fica com um jogador desestimulado e sem vontade de jogar.
Hoje, pode haver uma decisão. O negócio pode não sair caso DIS e São Paulo entendam o “quem quer rir tem de fazer rir” como uma chantagem. Nesse caso, é possível que o São Paulo jogue farofa no ventilador e abra para o público toda a estratégia santista de sempre querer mais, não aceitando o que foi decidido na reunião anterior.
“Quem quer rir, tem de fazer rir”. E hoje, os três lados podem chorar.
Diretor escancara tática do Santos. "Quem quer rir tem de fazer rir"
Fonte UOL/Menon
19 de Setembro de 2012
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