Ney Franco não queria que Paulo Miranda funcionasse como terceiro zagueiro, contra o Santos. O plano era outro. Ele seria o marcador de Gérson Magrão e Douglas jogaria pela ponta direita. Seria um 4-2-3-1, como está escrito na Prancheta do PVC desta segunda-feira, no Estadão. "O plano era esse, mas o Muricy percebeu e puxou o Adriano para terceiro zagueiro. No fundo, os dois times acabaram se juntando num 3-5-2", diz Ney Franco.
Este post é um acerto na coluna publicada no Estadão, porque de fato, a adaptação fez Paulo Miranda buscar mais a Gérson Magrão, uma espécie de segundo atacante no clássico da Vila Belmiro (veja a ilustração -- Magrão foi o 10, embora esteja ilustrado com a 11).
A questão tática foi menos importante do que poderia ser, porque o jogo foi péssimo. O que levou Ney Franco a uma conclusão igual à de qualquer são-paulino: "Perdemos uma oportunidade de avançar na tabela."
O sistema que Ney Franco não quis usar e acabou usando
Fonte ESPN
10 de Setembro de 2012
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