O acordo com a Semp Toshiba para o patrocínio da camisa tricolor rendeu muita festa no Morumbi, mas não será suficiente para cobrir um rombo no orçamento deste ano. O São Paulo planejava faturar R$ 26 milhões apenas com publicidade no peito e nas costas da camisa.
Como o espaço ficou em branco nos oito primeiros meses do ano, já são R$ 16 milhões a menos do que o planejado pela diretoria na virada da temporada — entraram apenas R$ 350 mil, graças a dois contratos pontuais, com Lenovo e Bic.
O grande vilão pelo prejuízo, no entender de conselheiros são-paulinos, é Roberto Justus. Indicado pelo presidente Juvenal Juvêncio, o publicitário focou todos os esforços no acerto com a Lenovo. Porém, a empresa chinesa desistiu na última hora e não mais se ouviu falar de patrocínio.
Economia tricolor
Quem fechou o contrato com a Semp Toshiba foi Júlio Casares, vice-presidente de marketing do Tricolor. Se o parceiro tivesse sido indicado por Roberto Justus, haveria uma comissão de até 10% para o publicitário.
Demora no patrocínio de camisa custa R$ 16 mi
Fonte Diario de SP/Jorge Nic
6 de Setembro de 2012
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