O técnico Mano Menezes vai começar a definir na tarde desta terça-feira a equipe do Brasil que enfrenta a África do Sul na sexta-feira, em amistoso que será disputado no estádio do Morumbi. O são-paulino Lucas tem boas chances de iniciar o confronto entre os onze iniciais, e mostra muita tranquilidade quando questionado sobre o assunto.
"Está em aberto (a escalação), não sei (se vou jogar). Ninguém tem vaga garantida. Depende do momento, tem que provar a cada dia no time. Procuro encontrar o meu espaço, estou preparado para jogar. Quando vier a oportunidade, se ele (Mano) optar por mim, vou aproveitar e conquistar o meu espaço", falou Lucas em entrevista coletiva nesta terça-feira.
"Todo jogador quer atuar, entrar em campo. Mas eu sou 'pé no chão'. Estou tranquilo, começando a minha carreira na seleção. Tem muita coisa pela frente. Mas estou à disposição. Tenho que respeitar os meus companheiros, a decisão é do treinador. Quando a chance aparecer quero aproveitar. Sei da minha capacidade", continuou.
De acordo com o jogador, a experiência vivida na Olimpíada de Londres foi muito importante para o seu amadurecimento como jogador profissional. Na final olímpica, inclusive, após a derrota para o México, Lucas chorou copiosamente, sem esconder a sua frustração.
"Em cada convocação procuro aprender e desenvolver ao máximo. Isso só vai me ajudando. A passagem na Olimpíada, apesar da derrota na final, aprendi bastante. Ganho mais experiência a cada dia. No São Paulo, também aprendo com os jogadores mais experientes e consagrados. Procuro aprender sempre. Ainda não conquistei nada. Espero com esse meu jeito conquistar os meus objetivos", declarou Lucas, com serenidade.
O jovem jogador também não teme as cobranças da torcida brasileira. Os torcedores paulistas, por sinal, são conhecidos por exigirem muito da seleção. Para Lucas, o fato de vários jogadores da equipe estarem envolvidos em transações milionárias aumenta a responsabilidade do time, mas ele avalia a situação como natural.
"Toda vez que entra em campo a cobrança é grande. A seleção ainda passa por uma fase de reformulação. Quando entramos em campo temos que fazer o melhor. A responsabilidade sempre aumenta com esses valores", admitiu.
Recentemente, Lucas, Oscar e Hulk, por exemplo, se envolveram em transações milionárias para o exterior.
Pronto para ser titular, Lucas se vê mais maduro após Londres e não teme cobrança excessiva
Fonte ESPN
4 de Setembro de 2012
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