Minha pressão agora é igual à de antes da estreia, afirma Ney Franco
Fonte Gazeta Esportiva
21 de Julho de 2012
em vitória em seus dois primeiros jogos no São Paulo, Ney Franco já ouviu as primeiras críticas e contestações tanto de torcedores quanto de conselheiros influentes como o empresário Abílio Diniz. Mas o treinador, que se apresentou pedindo cobrança por títulos, assegura: nada mudou.
“Já me sinto pressionado desde o meu primeiro compromisso no São Paulo. É dessa forma que encaro. A pressão para mim no São Paulo é a mesma de antes de enfrentar o Palmeiras. Estou com muita tranquilidade para desenvolver o meu trabalho”, garantiu o técnico que empatou com o desfalcado Palmeiras, mesmo com um a mais desde o início do segundo tempo, e perdeu do Vasco no Morumbi.
Entretanto, apesar de ter perdido os 100% de aproveitamento como anfitrião no Brasileiro iniciado por Emerson Leão e mantido pelo coordenador técnico Milton Cruz como interino, Ney Franco considera as cobranças constantes. Exigências, segundo ele, fazem parte do cotidiano de sua profissão.
“Pressão vai sempre existir para o treinador, independentemente da situação. No time que está liderando, ele está sempre pressionado a manter a liderança. Na zona de rebaixamento, está sempre pressionado a escapar”, comparou, dizendo-se tranquilo. “No dia a dia do CT, tenho todas as condições de desenvolver o meu trabalho. Os jogadores estão respeitando nossos pedidos. Não vejo muitos problemas a serem resolvidos.”
O maior problema ele já detectou: falta “alma” à equipe para correr atrás dos adversários. E a fé é de melhora neste quesito ao visitar Figueirense e Atlético-GO nas duas próximas rodadas do Brasileiro antes de voltar ao Morumbi, onde o time foi xingado na última quarta-feira, para enfrentar o Flamengo no dia 29.
“Não queremos mais sair do Morumbi na situação do último jogo, jogando muito mal, bem abaixo do que a equipe pode”, afirmou Ney Franco. “Tenho muita esperança na qualidade dos jogadores e na equipe se encaixar. Espero que encaixe nos dois próximos jogos fora de casa para voltarmos para o Morumbi, diante da torcida, jogando melhor contra o Flamengo”, projetou.
“Já me sinto pressionado desde o meu primeiro compromisso no São Paulo. É dessa forma que encaro. A pressão para mim no São Paulo é a mesma de antes de enfrentar o Palmeiras. Estou com muita tranquilidade para desenvolver o meu trabalho”, garantiu o técnico que empatou com o desfalcado Palmeiras, mesmo com um a mais desde o início do segundo tempo, e perdeu do Vasco no Morumbi.
Entretanto, apesar de ter perdido os 100% de aproveitamento como anfitrião no Brasileiro iniciado por Emerson Leão e mantido pelo coordenador técnico Milton Cruz como interino, Ney Franco considera as cobranças constantes. Exigências, segundo ele, fazem parte do cotidiano de sua profissão.
“Pressão vai sempre existir para o treinador, independentemente da situação. No time que está liderando, ele está sempre pressionado a manter a liderança. Na zona de rebaixamento, está sempre pressionado a escapar”, comparou, dizendo-se tranquilo. “No dia a dia do CT, tenho todas as condições de desenvolver o meu trabalho. Os jogadores estão respeitando nossos pedidos. Não vejo muitos problemas a serem resolvidos.”
O maior problema ele já detectou: falta “alma” à equipe para correr atrás dos adversários. E a fé é de melhora neste quesito ao visitar Figueirense e Atlético-GO nas duas próximas rodadas do Brasileiro antes de voltar ao Morumbi, onde o time foi xingado na última quarta-feira, para enfrentar o Flamengo no dia 29.
“Não queremos mais sair do Morumbi na situação do último jogo, jogando muito mal, bem abaixo do que a equipe pode”, afirmou Ney Franco. “Tenho muita esperança na qualidade dos jogadores e na equipe se encaixar. Espero que encaixe nos dois próximos jogos fora de casa para voltarmos para o Morumbi, diante da torcida, jogando melhor contra o Flamengo”, projetou.
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