Antes "mal" usado por Leão, Osvaldo fica surpreso com titularidade
Fonte Gazeta Esportiva
11 de Julho de 2012
Ver Milton Cruz procurá-lo para uma conversa particular avisando de sua titularidade no domingo, contra o Coritiba, era algo inesperado por Osvaldo. O atacante que raramente ficava no banco com Emerson Leão, relata que, além de não ter oportunidade, não era bem aproveitado quando jogava com o antigo treinador.
“Cheguei aqui sempre trabalhando. Com o professor Leão, não tive tantas oportunidades, nem de jogar como gosto, de segundo atacante. Isso atrapalhou um pouco”, disse o camisa 17, escalado como titular no segundo jogo depois da demissão do antigo chefe, no último domingo, contra o Coritiba.
“Fiquei surpreso quando o Milton me disse que eu ia jogar”, afirmou o atleta, que agradeceu à oportunidade dada pelo coordenador técnico, então chefe interino antes da chegada de Ney Franco, fazendo o gol que selou a vitória por 3 a 1 no Morumbi. Tudo graças à atuação na função e posição que gosta.
“Com o Leão, eu jogava como terceiro atacante aberto, não tinha tanta mobilidade para criar dos dois lados do campo. Não é que não gosto, mas como segundo atacante me sinto mais importante, mais solto”, contou, animado com a mudança no comando que pode lhe beneficiar.
“Agora é pensar para frente, o que passou, passou. Estou focado no novo professor que chegou e dar o meu máximo, ajudar cada vez mais. Tenho esperado essa oportunidade há muito tempo. Espero agarrar com duas mãos e não soltar mais”, declarou.
“Cheguei aqui sempre trabalhando. Com o professor Leão, não tive tantas oportunidades, nem de jogar como gosto, de segundo atacante. Isso atrapalhou um pouco”, disse o camisa 17, escalado como titular no segundo jogo depois da demissão do antigo chefe, no último domingo, contra o Coritiba.
“Fiquei surpreso quando o Milton me disse que eu ia jogar”, afirmou o atleta, que agradeceu à oportunidade dada pelo coordenador técnico, então chefe interino antes da chegada de Ney Franco, fazendo o gol que selou a vitória por 3 a 1 no Morumbi. Tudo graças à atuação na função e posição que gosta.
“Com o Leão, eu jogava como terceiro atacante aberto, não tinha tanta mobilidade para criar dos dois lados do campo. Não é que não gosto, mas como segundo atacante me sinto mais importante, mais solto”, contou, animado com a mudança no comando que pode lhe beneficiar.
“Agora é pensar para frente, o que passou, passou. Estou focado no novo professor que chegou e dar o meu máximo, ajudar cada vez mais. Tenho esperado essa oportunidade há muito tempo. Espero agarrar com duas mãos e não soltar mais”, declarou.
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