Em vez de 'Morumbi Zero', estádio tem 21 mil pagantes e grito de olé
Fonte ESPN
9 de Julho de 2012
Após insultar todo o elenco e a comissão técnica antes, durante e depois da derrota para a Portuguesa, a torcida do São Paulo criou a campanha “Morumbi Zero” como um protesto para que o estádio estivesse vazio neste domingo. A iniciativa não se confirmou com a presença de 21.336 pagantes e um ambiente com grito de “olé” no final da vitória por 3 a 1 sobre o Coritiba.
Mais de uma hora antes do apito inicial, já era uma possível ver longas filas nas bilheterias do estádio do Tricolor e há relatos de torcedores que compraram ingresso ainda durante o segundo tempo. Na partida, a maioria manifestou apoio. Antes do “olé”, por exemplo, Denis e, principalmente, Lucas foram muito exaltados.
O único que sofreu foi Paulo Miranda, zagueiro que ficou no banco e foi vaiado ao ser anunciado entre os relacionados pelo sistema de som do estádio – o empresário do jogador já procura um clube estrangeiro para tirá-lo do São Paulo. E não foram só de apoio as manifestações.
A principal torcida organizada do time entoou a cobrança por raça antes e durante os jogos e ganharam adeptos pelas arquibancadas, mesmo quando a equipe vencia por 2 a 0. Em certo momento, porém, cantaram que “acreditam no São Paulo”. Aos que protestaram, Milton Cruz, acusado por alguns deles de agenciar jogadores, renovou o pedido de paciência lembrando de títulos recentes.
“Não devemos julgar a torcida do São Paulo, que é muito grande. Alguns vaiam, mas a maioria apoia. O torcedor são-paulino não pode estar descontente porque o time vem disputando títulos desde 2004, sempre entre os finalistas, e nunca disputou rebaixamento. Quem vaia, precisar ter um pouco mais de paciência porque o São Paulo já deu muitas alegrias”, opinou o coordenador técnico e treinador interino até este domingo.
“Futebol não é só raça. Lógico que tem que ter raça, mas talento é fundamental, tem que jogar. O time do São Paulo foi montado para jogar futebol. Tivemos um time campeão de tudo na base da raça e bola parada, mas agora temos qualidade e uma média de idade de 23 anos. É necessário ter paciência. Estes jovens de talento ainda darão muitas alegrias”, previu Milton Cruz.
Mais de uma hora antes do apito inicial, já era uma possível ver longas filas nas bilheterias do estádio do Tricolor e há relatos de torcedores que compraram ingresso ainda durante o segundo tempo. Na partida, a maioria manifestou apoio. Antes do “olé”, por exemplo, Denis e, principalmente, Lucas foram muito exaltados.
O único que sofreu foi Paulo Miranda, zagueiro que ficou no banco e foi vaiado ao ser anunciado entre os relacionados pelo sistema de som do estádio – o empresário do jogador já procura um clube estrangeiro para tirá-lo do São Paulo. E não foram só de apoio as manifestações.
A principal torcida organizada do time entoou a cobrança por raça antes e durante os jogos e ganharam adeptos pelas arquibancadas, mesmo quando a equipe vencia por 2 a 0. Em certo momento, porém, cantaram que “acreditam no São Paulo”. Aos que protestaram, Milton Cruz, acusado por alguns deles de agenciar jogadores, renovou o pedido de paciência lembrando de títulos recentes.
“Não devemos julgar a torcida do São Paulo, que é muito grande. Alguns vaiam, mas a maioria apoia. O torcedor são-paulino não pode estar descontente porque o time vem disputando títulos desde 2004, sempre entre os finalistas, e nunca disputou rebaixamento. Quem vaia, precisar ter um pouco mais de paciência porque o São Paulo já deu muitas alegrias”, opinou o coordenador técnico e treinador interino até este domingo.
“Futebol não é só raça. Lógico que tem que ter raça, mas talento é fundamental, tem que jogar. O time do São Paulo foi montado para jogar futebol. Tivemos um time campeão de tudo na base da raça e bola parada, mas agora temos qualidade e uma média de idade de 23 anos. É necessário ter paciência. Estes jovens de talento ainda darão muitas alegrias”, previu Milton Cruz.
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