O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, disse que a decisão de afastar o zaqueiro Paulo Miranda do jogo pela Copa do Brasil, contra a Ponte Preta, quarta-feira, foi tomada após uma reunião com o técnico Emerson Leão. "Ele sabia de tudo. Aqui não se faz nada às escondidas. Conversamos com o Leão e ele concordou com tudo o que íamos fazer, inclusive que o jogador estava cometendo muitas falhas. Mas ele disse, é verdade, que não poderia tirá-lo da concentração porque já o havia relacionado para a partida. Deixou a diretoria à vontade se quisesse agir nesse sentido. Então agimos", comentou o presidente são-paulino. "Não vejo nenhum escândalo nisso."
Segundo o presidente do São Paulo, a ideia de deixar Paulo Miranda fora do time foi para "preservar o atleta", uma decisão inspirada em atitudes do próprio treinador. "Ele já havia deixado o Jadson fora da equipe, treinando, e também o Piris. Por que não fazer o mesmo com Paulo Miranda? Se ele voltasse a errar, todo mundo sabe que sua carreira estaria acabada."
O dirigente adiantou que Paulo Miranda também não será relacionado para o jogo de volta contra a Ponte Preta, no Morumbi. "Ele fica fora do outro jogo também. Depois, volta normalmente ao time, e se o treinador quiser escalá-lo, não haverá nenhum problema."
'Aqui no São Paulo não se faz nada às escondidas', diz Juvenal Juvêncio
Presidente tricolor afirma que a decisão de tirar Paulo Miranda do time aconteceu após aviso ao técnico Leão
Fonte Estadão
3 de Maio de 2012
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