Diante do Santos o Sampa recebeu (parte em computadores) para divulgar a marca, o que não aconteceu frente ao Mirassol, quando quis apenas mostrar que a parceria era rentável e haveria boa exposição.
As conversas entre as partes continuam, mas cláusulas contratuais têm emperrado a concretização. O valor, que gira em torno de R$ 25 milhões, não é visto como entrave.

Desde o início do ano, quando rompeu com o BMG, que estava desde setembro de 2010 como patrocínio master, o São Paulo procura um parceiro. Até o momento, só Wizard (mangas) e Tim (número) estão na camisa. Em 2010, depois da saída da LG, que ficou por nove anos, o clube chegou a ficar nove meses com o uniforme limpo.
Dirigentes do Tricolor afirmam que o clube tem um plano B, que é mantido em sigilo. O empresário Roberto Justus, que é conselheiro do Sampa, tem ajudado nas negociações. Além dele, o vice de comunicação Julio Casares e o diretor de marketing Rogê David também estão empenhados.