Casemiro lembra de oferta de R$ 1 milhão para sair: 'Tomei a decisão correta'
Volante revela que, aos 17 anos, recebeu proposta idêntica à que tirou Oscar do São Paulo; família o aconselhou a ficar
Fonte Estadão
23 de Março de 2012
A proposta que tirou Oscar do São Paulo há dois anos foi feita a Casemiro, na mesma época. Hoje titular no Tricolor, o volante admite que ficou balançado com a oferta de R$ 1 milhão e a promessa de jogar em um grande clube europeu. O agente de Casemiro na época era o mesmo de Oscar, Giuliano Bertolucci, substituído por Júlio Fressato.
Ele lembra que ficou tentado pela oferta de Bertolucci, que incluía ainda a possibilidade de defender o inglês Chelsea ou o Benfica, de Portugal. "Naquela época eu não tinha nada na conta, nem sabia se daria certo para o futebol. Um valor desses balança qualquer pessoa", diz Casemiro. "Mas minha família me influenciou. Falei bastante com a minha mãe, pois era um dinheiro muito alto. Perguntei para ela, porque aquele dinheiro podia fazer a gente mudar de vida. Mas a opinião dela, a minha e da família toda foi de que deveria ficar."

vipcomm
De lá para cá, porém, ele alternou altos e baixos no clube. Após se destacar pela seleção brasileira sub-20 na conquista do Sul-Americano, há um ano, foi sondado por clubes europeus e chegou a cobrar publicamente a diretoria são-paulina. Acabou no banco. Aos poucos, reconquistou a confiança com boas atuações e voltou a ser titular. Em agosto do ano passado, teve seu contrato renovado por cinco anos, até 2016, com aumento de salário.
Neste ano, começou na reserva, mas tem se firmado cada vez mais. "Às vezes se deve dar um passo para trás. Hoje, estou dando dois para a frente. Tenho toda a certeza de que tomei a decisão correta, não só pelo clube, mas pelo meu caráter", garante.
Pela amizade que mantém com Oscar, Casemiro evita criticar a atitude tomada pelo meia. E admite que o ex-companheiro teve suas recompensas. "O Oscar acha que foi bom para ele. Chegou à seleção, está jogando a Libertadores pelo Inter, está ganhando seu salário. Respeito a decisão dele."
Ele lembra que ficou tentado pela oferta de Bertolucci, que incluía ainda a possibilidade de defender o inglês Chelsea ou o Benfica, de Portugal. "Naquela época eu não tinha nada na conta, nem sabia se daria certo para o futebol. Um valor desses balança qualquer pessoa", diz Casemiro. "Mas minha família me influenciou. Falei bastante com a minha mãe, pois era um dinheiro muito alto. Perguntei para ela, porque aquele dinheiro podia fazer a gente mudar de vida. Mas a opinião dela, a minha e da família toda foi de que deveria ficar."

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De lá para cá, porém, ele alternou altos e baixos no clube. Após se destacar pela seleção brasileira sub-20 na conquista do Sul-Americano, há um ano, foi sondado por clubes europeus e chegou a cobrar publicamente a diretoria são-paulina. Acabou no banco. Aos poucos, reconquistou a confiança com boas atuações e voltou a ser titular. Em agosto do ano passado, teve seu contrato renovado por cinco anos, até 2016, com aumento de salário.
Neste ano, começou na reserva, mas tem se firmado cada vez mais. "Às vezes se deve dar um passo para trás. Hoje, estou dando dois para a frente. Tenho toda a certeza de que tomei a decisão correta, não só pelo clube, mas pelo meu caráter", garante.
Pela amizade que mantém com Oscar, Casemiro evita criticar a atitude tomada pelo meia. E admite que o ex-companheiro teve suas recompensas. "O Oscar acha que foi bom para ele. Chegou à seleção, está jogando a Libertadores pelo Inter, está ganhando seu salário. Respeito a decisão dele."
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