'Vilão' no clássico, Jadson luta para conquistar a torcida
Fonte Estadão
16 de Fevereiro de 2012
Em três jogos pelo São Paulo, Jadson esteve longe de confirmar a forte expectativa da torcida e ainda começou com pé esquerdo no clube, ao perder um pênalti na derrota para o Corinthians.
Hoje, no Morumbi, o meia terá nova chance para conquistar os são-paulinos.
Ainda fora de sua melhor forma física, Jadson não conseguiu jogar 90 minutos em nenhuma das partidas. No último jogo, no Pacaembu, mostrou personalidade ao pedir para bater o pênalti, mas chutou alto e desperdiçou a chance de empatar o clássico. "Seria uma boa chance de ele ganhar confiança. Mas ninguém duvida de sua qualidade", defende o meia Cícero, que chegou a pegar a bola para fazer a cobrança, mas cedeu a oportunidade para o companheiro.
Principal contratação da diretoria nesta temporada, Jadson topou reduzir o alto salário que recebia no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, para retornar ao País. Logo em sua chegada ao Morumbi, recebeu a camisa 10 das mãos de Raí, um dos maiores ídolos da história do clube.

vipcomm
A partida contra o Paulista será um termômetro da paciência do torcedor são-paulino em relação ao meia. O último atleta a vestir a 10 do São Paulo não teve problemas com a torcida: no ano passado, Rivaldo tinha seu nome frequentemente gritado nas arquibancadas do Morumbi, mesmo com exibições irregulares.
Leão não deixou claro que, se houver outro pênalti hoje, Jadson seria o batedor. Mas garante que não se arrepende de ter delegado a cobrança ao meia no último domingo. "Se o Jadson pegou a bola com a confiança que pegou, você não duvida."
Hoje, no Morumbi, o meia terá nova chance para conquistar os são-paulinos.
Ainda fora de sua melhor forma física, Jadson não conseguiu jogar 90 minutos em nenhuma das partidas. No último jogo, no Pacaembu, mostrou personalidade ao pedir para bater o pênalti, mas chutou alto e desperdiçou a chance de empatar o clássico. "Seria uma boa chance de ele ganhar confiança. Mas ninguém duvida de sua qualidade", defende o meia Cícero, que chegou a pegar a bola para fazer a cobrança, mas cedeu a oportunidade para o companheiro.
Principal contratação da diretoria nesta temporada, Jadson topou reduzir o alto salário que recebia no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, para retornar ao País. Logo em sua chegada ao Morumbi, recebeu a camisa 10 das mãos de Raí, um dos maiores ídolos da história do clube.

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A partida contra o Paulista será um termômetro da paciência do torcedor são-paulino em relação ao meia. O último atleta a vestir a 10 do São Paulo não teve problemas com a torcida: no ano passado, Rivaldo tinha seu nome frequentemente gritado nas arquibancadas do Morumbi, mesmo com exibições irregulares.
Leão não deixou claro que, se houver outro pênalti hoje, Jadson seria o batedor. Mas garante que não se arrepende de ter delegado a cobrança ao meia no último domingo. "Se o Jadson pegou a bola com a confiança que pegou, você não duvida."
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