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Ao menos é o que sinalizou o técnico Emerson Leão, ao escalá-lo no time principal no treino de ontem no CT da Barra Funda.
Willian chegou no ano passado do Barueri, pelo qual fez muitos gols. Reforçou seu currículo com os títulos do Sul-Americano e do Mundial Sub-20 pela seleção brasileira. Estreou pelo Tricolor e logo marcou um gol, no Bragantino. E parou por aí.
Escolhendo as palavras para não intimidar o artilheiro de um gol só, Leão ressalvou que Willian não teve muitas chances para demonstrar o que sabe. "Considero oportunidade quando o jogador atua por 90 minutos."
Paciente com o garoto, Leão salienta que o atacante precisa vencer sua timidez para poder desabrochar. Esta semana, fez uma comparação que deve ter reforçado a confiança do jovem alagoano. "Devemos lembrar que o maior centroavante do São Paulo, o Careca, demorou mais de um ano para se adaptar. Depois, foi um Deus nos acuda."
A paciência do treinador já não é tão grande quando o assunto é Fabrício. Ele cobra uma definição dos médicos. O volante padece de uma tendinite crônica no tornozelo direito. Nesta semana, fará um teste com bola. "Estou ansioso. Estamos dando um apertãozinho."