Espero sinceramente que a nossa diretoria já esteja trabalhando na formatação de um novo time, mais cascudo, mais guerreiro, mais comprometido com a camisa tricolor.
Não me venham com nomes com Paulo Miranda, jogador do Bahia que já assinou contrato com o tricolor. Me entendam: pode ser até que seja um grande zagueiro e se enquadre nesse novo perfil que espero ver no São Paulo, mas não é um nome de peso para reformular o elenco.

Nem sempre ocorrerá o que aconteceu em 2004, com os jogadores do Goiás desembarcando no Morumbi e levando o São Paulo ao título.
O ideal é trazer jogadores de peso, com experiência, para dar maior sustentação aos meninos da base.
A hora é de nos livrarmos de velhos problemas, como Marlos e Fernandinho, e trazermos gente que dê a cara para bater.
A diretoria tricolor muitas vezes parece amadora demais, dependente das decisões centralizadas de Juvenal Juvêncio, que inegavelmente entende de futebol, mas que tem cometido erros de avaliação nos últimos tempos.
Temos que reconhecer que 2011 não foi um ano apenas erros, mas também de muito azar. Afinal repatriamos Luis Fabiano, um velho sonho da torcida tricolor; renovamos com os meninos Lucas e Casemiro, destaques da seleção sub-20; trouxemos Denílson, Piris e Marcelo Cañete, jogadores que poderiam ter rendido muito mais pelo que apresentaram anteriormente.
Porém, Juvenal Juvêncio tem que perceber que de nada adianta trazer bons jogadores se não modificarmos o espírito que está impregnado no CT da Barra Funda, com muita preguiça e acomodação.
Não vou aqui repetir ‘minha’ lista de dispensas, afinal qualquer tricolor com bom senso sabe quem deve sair e quem deve ficar.
Só não sei de Juvenal Juvêncio tem esse bom senso nesse momento.
Blog do São Paulino, Jovem Pan