
“Não só o Luis Fabiano e o Rogério Ceni trabalham esse fundamento, como também o Rivaldo, o Lucas. E quem tiver confiante bate. Ele se sentiu seguro. Mas tinha um grande goleiro pela frente, um pegador de pênalti, e não podemos tirar o mérito do Fábio”, disse Adilson Batista.
O comandante do São Paulo ainda salientou que é preciso ter paciência com o atacante, que ficou muito tempo parado em função da lesão.
“Ele estava bem. A intenção é ir ganhando sequência, e por isso ficou até o final. A adaptação não é fácil. Tem que entender, relevar e o importante é que ele vai melhorando a cada dia”, discursou Adilson Batista.