- Djalminha era o cérebro do nosso time, o craque, o gênio. Eu e Luizão, dois jogadores jovens, que estavam começando. Jogar com o Djalminha fez com que a gente crescesse, ganhasse experiência - lembrou Amoroso, em entrevista ao programa "É Gol!!!" (assista acima).
No Udinese, Amoroso ficou entre 1996 e 1999. Na sua última temporada pelo clube alvinegro, marcou 22 gols e foi o artilheiro do Campeonato Italiano:
- Foi a grande mudança da minha vida, o Udinese me abriu as portas do futebol europeu. Eu consegui ser artilheiro do Campeonato Italiano, tive três grandes temporadas pela Udinese e até agora eu sou o único brasileiro que foi artilheiro do Campeonato Italiano.
Depois de uma passagem pelo Parma, também da Itália, Amoroso desembarcou na Alemanha em 2001. Logo na sua primeira temporada, balançou as redes 18 vezes, foi artilheiro da competição e ajudou o Borussia Dortmund a conquistar o título nacional:
- O Borussia foi um clube que me acolheu muito bem. Ali fiz grandes amigos. A torcida criou música para mim, cantava que ninguém jogava tão bonito quanto Amoroso.

irreverente e competente Amoroso, melhor atacante de 2005.
No entanto, seus títulos mais importantes foram com o São Paulo, onde jogou por apenas seis meses. Em 2005, Amoroso abriu o placar na goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-PR, na decisão da Libertadores. No Mundial de Clubes, do Japão, fez dois gols na vitória do Tricolor sobre o Al-Ittihad, na semifinal do torneio:
- Fui muito bem acolhido no São Paulo pela torcida, pelos dirigentes, pelos jogadores, pelo treinador, que era o Paulo Autuori. Foram seis meses intensos, parece que eu vivi dez anos. Conquistei dois títulos que muitos tentaram ganhar por anos e não conseguiram.
Apesar dos títulos, Amoroso acredita que ficou faltando disputar uma competição em especial:
- Fica aquela mágoa de não ter disputado uma Copa do Mundo, porque eu poderia ter a oportunidade de jogar duas, a de 1998 e a de 2002.