Enquanto a oposição prepara passeata hoje, pedindo a renúncia de Juvenal Juvêncio, o presidente do São Paulo dá de ombros. Reeleito até 2014, tem a garantia de um pool de advogados do clube de que não há movimento (nem liminar) que o derrube. A estratégia é usar os instrumentos judiciais à disposição para ir "empurrando" a questão até... o fim do mandato.