“O Carpegiani arriscou muito no meio do primeiro tempo, quando o Souto saiu. Ali o time ficou muito ofensivo. Ele é ousado, é uma característica do Paulo, e acabamos conseguindo o gol nessa ousadia”, afirmou o capitão são-paulino, destacando também o aspecto positivo da alteração feita pelo comandante.
A maior preocupação de Rogério Ceni foi com a diminuição do poder defensivo do São Paulo após a entrada de Henrique, já que além dele, o São Paulo contava com outros três jogadores (Ilsinho, Marlos e Dagoberto) sem característica nenhuma de marcação.
“Eles [Portuguesa] conseguiram aumentar o volume porque tínhamos quatro jogadores sem característica de voltar. Isso passa a exigir mais do setor defensivo. Depois ele [Carpegiani] corrigiu com o Luiz Eduardo entrando no lugar do Marlos pra fechar um pouco mais e o Cleber Santana no lugar do Ilsinho. Aí o time conseguiu fazer o segundo gol e tranquilizar o jogo”, explicou o goleiro.
No próximo fim de semana, o São Paulo encara o Santos pela semifinal do Estadual. A partida ainda não tem horário nem local divulgados, mas deve acontecer no domingo no estádio do Morumbi. Antes disso, na quarta-feira, o time recebe o Goiás na partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. O São Paulo pode até empatar para avançar no torneio nacional.

Foto: AE
Ceni defende ataque da Portuguesa