Reservas pegam o Norusca, mas Ceni só pensa no Goiás
Goleiro lembra que Esmeraldino sempre foi uma pedra no sapato tricolor e prioriza totalmente a Copa do Brasil, deixando o Paulista em segundo plano
Fonte Marca.br
10 de Abril de 2011
São Paulo - O São Paulo não pensa em outra coisa a não ser no Goiás, adversário das oitavas de final da Copa do Brasil. Os dois últimos jogos do Paulistão (Noroeste, neste domingo, e Oeste, no próximo) não valem nada para o time, que está com a cabeça voltada para o jogo do dia 20, no Serra Dourada.
Principal objetivo do clube nesta temporada, a Copa do Brasil tem se tornado obsessão para os são-paulinos, que desejam voltar a disputar a Taça Libertadores da América, em 2012.
Dessa forma, ninguém melhor para analisar o confronto contra os goianos do que o capitão Rogério Ceni, que conversou com o MARCA BRASIL e, preocupado, fez uma revelação importante. “O Goiás sempre foi uma pedra no sapato do São Paulo”, alertou o camisa 1.
E, de fato, o goleiro tem razão. Na última vez que o São Paulo disputou a Copa do Brasil, o time goiano foi o responsável pela eliminação, ainda nas quartas de final do torneio.
“Lembro de 2003. O primeiro jogo foi 0 a 0, em Goiânia, e no segundo, empatamos por 1 a 1, no Morumbi. Inclusive, foi este gol tomado (Caíco marcou) que nos eliminou. Foram dois jogos bem equilibrados na época e, por isso, os placares relataram o que de fato foram as partidas”, recordou Rogério Ceni, que, mesmo sabendo da dificuldade de encarar o time do Planalto Central, já viveu alegrias contra o rival.
“No Brasileirão, de 2008, era outra situação, bem diferente daquela (2003). Só o São Paulo tinha interesse de título. O Goiás tinha sua motivação, mas não brigava pelo título. Então, acho que era uma motivação diferente. Também foi um jogo muito equilibrado, mas naquele momento fomos melhores e, assim, campeões”, ressaltou o capitão, que como líder do grupo são-paulino, já fez uma análise do que o time deve esperar nos confrontos.
“Acredito que vai ser como foi contra o Santa Cruz, muito difícil, assim como todos os duelos da Copa do Brasil. O Goiás sempre tem bons times e dá trabalho para gente. Acredito em partidas muito equilibradas e devem ser dois jogos bem interessantes”, explicou o capitão do São Paulo.
Reservas têm chance em Bauru
A partida deste domingo, entre Noroeste e São Paulo, às 16h, em Bauru, está em segundo plano para o Tricolor. Já classificado para as quartas de final do Paulistão e, com os ‘titulares’ pensando apenas no Goiás, é uma grande chance para alguns reservas mostrarem trabalho para o técnico Paulo César Carpegiani. O chefe aproveitará a partida para analisar Xandão, Rodigo Souto, Rivaldo, Junior Cesar e Marlos.

Principal objetivo do clube nesta temporada, a Copa do Brasil tem se tornado obsessão para os são-paulinos, que desejam voltar a disputar a Taça Libertadores da América, em 2012.
Dessa forma, ninguém melhor para analisar o confronto contra os goianos do que o capitão Rogério Ceni, que conversou com o MARCA BRASIL e, preocupado, fez uma revelação importante. “O Goiás sempre foi uma pedra no sapato do São Paulo”, alertou o camisa 1.
E, de fato, o goleiro tem razão. Na última vez que o São Paulo disputou a Copa do Brasil, o time goiano foi o responsável pela eliminação, ainda nas quartas de final do torneio.
“Lembro de 2003. O primeiro jogo foi 0 a 0, em Goiânia, e no segundo, empatamos por 1 a 1, no Morumbi. Inclusive, foi este gol tomado (Caíco marcou) que nos eliminou. Foram dois jogos bem equilibrados na época e, por isso, os placares relataram o que de fato foram as partidas”, recordou Rogério Ceni, que, mesmo sabendo da dificuldade de encarar o time do Planalto Central, já viveu alegrias contra o rival.
“No Brasileirão, de 2008, era outra situação, bem diferente daquela (2003). Só o São Paulo tinha interesse de título. O Goiás tinha sua motivação, mas não brigava pelo título. Então, acho que era uma motivação diferente. Também foi um jogo muito equilibrado, mas naquele momento fomos melhores e, assim, campeões”, ressaltou o capitão, que como líder do grupo são-paulino, já fez uma análise do que o time deve esperar nos confrontos.
“Acredito que vai ser como foi contra o Santa Cruz, muito difícil, assim como todos os duelos da Copa do Brasil. O Goiás sempre tem bons times e dá trabalho para gente. Acredito em partidas muito equilibradas e devem ser dois jogos bem interessantes”, explicou o capitão do São Paulo.
Reservas têm chance em Bauru
A partida deste domingo, entre Noroeste e São Paulo, às 16h, em Bauru, está em segundo plano para o Tricolor. Já classificado para as quartas de final do Paulistão e, com os ‘titulares’ pensando apenas no Goiás, é uma grande chance para alguns reservas mostrarem trabalho para o técnico Paulo César Carpegiani. O chefe aproveitará a partida para analisar Xandão, Rodigo Souto, Rivaldo, Junior Cesar e Marlos.

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