Lucas em alto astral
Fonte Jornal da Tarde
9 de Abril de 2011
Não demorou muito para Lucas voltar a sorrir. O menino que perdeu a cabeça na partida contra o Santa Cruz mostrou nesta sexta que os erros serviram como aprendizado. Após o treinamento, ele fez um pagode com Luís Fabiano e o zagueiro Luiz Eduardo, para surpresa de muitos.
“Isso é legal, mostra descontração”, disse o técnico Paulo César Carpegiani. “Vocês estão perdendo o Frank Sinatra”, brincou o comandante. Lucas até reconheceu que teve uma semana tensa, cheia de altos e baixos. “Eu fiz gol, fui expulso, sofri falta, toquei pagode, virei modelo para apresentar a nova camisa do São Paulo. Foi uma semana corrida”, confessou.
Ele conta que tocar um instrumento o auxiliou a esquecer os problemas. “A música ajuda a relaxar a mente. Eu acho que já superei tudo que passei nesta semana. Estou de bem com a vida de novo, com bastante alegria.”
Lucas e seus companheiros deram até um nome para o grupo: ‘Tô Suave’. Além dos garotos, participam ainda Cléber Santana, Ilsinho, Zé Vitor e Alex Silva, que se revezam no cavaquinho, pandeiro, tantã e outros tipos de instrumentos de percussão. “O pagode e o samba estão na veia do jogador”, diz Lucas, que revela que na concentração a música rola solta.
O jogador lembra ainda que o capitão Rogério Ceni, fã de rock, prefere ficar no seu canto ouvindo as músicas preferidas. O próprio Carpegiani prefere não se envolver com o menino quando o assunto é música. “Eu não tenho a menor capacidade de julgar o Lucas, não sei se ele toca bem, se canta bem. Como não entendo, não vou falar nada”, disse, sorrindo.

“Isso é legal, mostra descontração”, disse o técnico Paulo César Carpegiani. “Vocês estão perdendo o Frank Sinatra”, brincou o comandante. Lucas até reconheceu que teve uma semana tensa, cheia de altos e baixos. “Eu fiz gol, fui expulso, sofri falta, toquei pagode, virei modelo para apresentar a nova camisa do São Paulo. Foi uma semana corrida”, confessou.
Ele conta que tocar um instrumento o auxiliou a esquecer os problemas. “A música ajuda a relaxar a mente. Eu acho que já superei tudo que passei nesta semana. Estou de bem com a vida de novo, com bastante alegria.”
Lucas e seus companheiros deram até um nome para o grupo: ‘Tô Suave’. Além dos garotos, participam ainda Cléber Santana, Ilsinho, Zé Vitor e Alex Silva, que se revezam no cavaquinho, pandeiro, tantã e outros tipos de instrumentos de percussão. “O pagode e o samba estão na veia do jogador”, diz Lucas, que revela que na concentração a música rola solta.
O jogador lembra ainda que o capitão Rogério Ceni, fã de rock, prefere ficar no seu canto ouvindo as músicas preferidas. O próprio Carpegiani prefere não se envolver com o menino quando o assunto é música. “Eu não tenho a menor capacidade de julgar o Lucas, não sei se ele toca bem, se canta bem. Como não entendo, não vou falar nada”, disse, sorrindo.

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