Clássico pesado no Morumbi

Fonte blogdofernandosampaio
Foi um clássico com muitas faltas e muito apito. É louvável a FPF fazer experência nesta fase do “vale nada”. Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza é bom árbitro, mas muito azarado. Foi mal no clássico. No passado, expulsou o técnico Leão, foi xingado e aliviou no relatório. Hoje, novamente foi xingado o jogo todo. Fez vista grossa, aplicou mal os cartões, deixou alguns jogadores apitarem a partida. Deu amarelo no final, só para constar no relatório. Puxão de camisa é amarelo no Brasil ou na China. Em sua defesa, devemos considerar a péssima postura de alguns jogadores, a chuva que criou um clima tenso antes da partida e a falta de experiência.
Independente da arbitragem, o resultado foi justo.

AE
A chuva atrapalhou. A cidade sofreu, mais uma vez. Ontem, Kassab entrou ao vivo na Jovem Pan. Estava fazendo uma visita aos Jardins. Disse que os bueiros foram limpos e o problema resolvido. Pois é, deveria ter feito a visita hoje. Tudo alagado. Obviamente é injusto responsabilizar o prefeito pela natureza, mas enquanto os três piscinões previstos para a região não forem construídos, nada será resolvido. Isso é fato. Poderia falar a verdade, dizer que não vai fazer nada, está só pensando no futuro político…
Infelizmente, todas as regiões sofreram com a tempestade.
O jogo começou com uma hora de atraso. A boa drenagem ajudou. A tendência era o adiamento. O campo pesado favoreceu o Palmeiras, time de forte marcação, menos técnico. O São Paulo, mais leve e rápido, não conseguiu jogar enquanto o gramado estava encharcado, jogou errado, insistindo no toque de bola.
O Verdão começou melhor, até levar o gol do São Paulo.
O Palmeiras esteve mais próximo de abrir o placar. Aos 5, Marcos Assunção bateu falta, Ceni deu rebote, Kleber foi travado na hora do chute. O Verdão tinha posse de bola, mas não criatividade. Valdívia ajudou o time que até aqui viveu de Kléber e Marcos Assunção. A primeira oportunidade do tricolor só veio numa cobrança de falta. Aos 17, Dagoberto bateu, Deola espalmou. A partir daí o São Paulo cresceu e dominou a partida. Aos 25, Fernandinho levou Danilo e mandou a bomba. Golaço.
Depois do gol, o São Paulo perdeu boas oportunidades de matar o jogo. Casemiro quase fez de cabeça. Lucas teve duas, uma Deola salvou, outra finalizou mal. Paraíba bateu livre, mandou fora. O Palmeiras ficou com a bola, mas só criou uma boa oportunidade, furada pelo Marcos Assunção.

Vipcomm
No segundo tempo, a expulsão do Alex Silva foi decisiva.
O Palmeiras, como todos os times dirigidos pelo Felipão, partiu para a provocação. Tentou ganhar no pau. Faz parte. É o técnico mais argentino entre os brasileiros. Kleber ficou cavando a expulsão do Miranda. Chegou a dar tapa na cara. Valdivia pisou no Paraíba. Alex Silva caiu na provocação. Depois de uma jogada normal, a bola já estava com Rogério Ceni, o zagueiro foi tirar satisfação com Tinga. Atitude desnecessária. Jogada típica para amarelo, como nos lances Valdivia/Miranda e Kleber/Miranda, tentativa de cabeçada e tapa. Se tivesse aplicado o mesmo critério que utilizou no primeiro lance, conversaria. Mudou o critério.
Marcelo errou na expulsão, mas nada justifica a atitude do Alex Silva. Faltou inteligência.
Depois da expulsão, o jogo virou. O Palmeiras passou a dominar, pressionou, mas sem qualidade ofensiva, sofreu para empatar. Mesmo contra dez, demorou para criar sua primeira oportunidade. Aos 27, Tinga pegou rebote fora da área, mandou a bomba, Rogério Ceni fez bela defesa. O goleiro ainda fez mais uma defesa, desta vez tranquila, chute do Valdívia. Aos 28, Carpegiani ajudou o Verdão. Colocou Xandão. Aos 37, o zagueiro perdeu a bola e armou contra-ataque. Adriano bateu, Ceni defendeu duas vezes. Aos 38, jogada pelo setor onde estava jogando Alex Silva, Adriano empatou. Merecido.
O Palmeiras comemorou o empate, mesmo contra dez jogadores. O time foi valente, mostrou muita raça e depois de uma hora, empatou. O São Paulo perdeu a chance de matar no primeiro tempo, mas manteve o tabu de 9 anos sem perder do Verdão no Morumbi. Resultado justo, cada time dominando uma etapa.
Nesta fase do “vale nada” um clássico quente e pesado no Morumbi.
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