- Mesmo se eu fosse homossexual, isso não interferiria em campo - disse o volante, logo após a entrevista coletiva, em entrevista ao programa "Globo Esporte", da TV Globo.
Na despedida oficial do volante, ele preferiu minimizar as críticas que recebeu ao longo dos cinco anos de São Paulo por parte de uma pequena parcela de torcedores.
- Eu conquistei um mundial, três brasileiros, prêmios individuais e cheguei à Seleção Brasileira. Primeiro de tudo tem de respeitar o profissional, eu faço o meu melhor. Agora, se para eles, o mais importante é minha vida pessoal, se eu sou isso ou aquilo, vou falar para eles: me desculpem, mas vou ser sempre o Richarlyson que sempre fui, esse que vocês viram, que os companheiros me amam, me adoram, e tenho isso pra falar pra eles. Não posso ser outro Richarlyson - disse, referindo-se às homenagens que recebeu dos companheiros, que invadiram a coletiva e cantaram a música "A amizade", do Grupo Fundo de Quintal.
Após cinco anos, o jogador se despede do clube. No domingo, contra o Atlético-MG, às 17h, no Morumbi, o camisa 20 não será nem relacionado.
Richarlyson: 'Se eu fosse homossexual, não ia interferir'
Volante minimiza críticas a sua vida pessoal em despedida no Tricolor
Fonte Lance!
3 de Dezembro de 2010
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