Globo projeta aumento "de mercado" por TV no Brasileiro
A TV Globo já se prepara para aumentar o valor pago ao Clube dos 13 pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro de futebol.
Fonte Máquina do Esporte
25 de Novembro de 2010
Entretanto, não vislumbra um salto fora de padrões. O grupo que representa as 20 principais equipes do país finaliza modelo para licitar transmissões da competição nacional entre 2012 e 2014, e uma decisão do Conselho Administrativo de Direitos Econômicos (Cade) findou o direito de preferência da emissora carioca na disputa.
Com a decisão do Cade e a ideia do Clube dos 13 de fazer licitação com contrato prévio e envelopes fechados, a expectativa da entidade que representa as equipes é criar concorrência para o próximo contrato. Na última negociação, a despeito de a Record ter propalado intenção de brigar pelos direitos de TV aberta, apenas a Globo fez proposta oficial.
A Globo admite que essa situação deve elevar o valor do contrato – neste ano, a emissora pagou R$ 500 milhões ao C13. Contudo, a emissora não trabalha com uma previsão tão otimista quanto a entidade de times, que já cogitou até uma receita superior a R$ 1 bilhão por temporada – além da concorrência, essa previsão otimista deve-se a um aumento do número de propriedades negociadas.
“Nós achamos que os direitos vão crescer, mas vão crescer como o mercado. Acreditamos que a proporção vai ser a mesma”, apontou Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esportes.
Segundo o executivo, o crescimento dos valores pagos pela Globo para exibir o Brasileiro superou a inflação do mercado nos últimos anos. Em 1997, a emissora carioca desembolsou US$ 52 milhões para mostrar o torneio. “Os R$ 500 milhões de hoje são quase US$ 350 milhões, o que representa uma evolução muito grande”, apontou.
“O valor do contrato vai crescer porque o mercado cresceu e porque haverá concorrência”, completou Campos Pinto, que evitou comentários sobre a decisão do Cade: “Isso é com o nosso departamento jurídico”.
Com esse posicionamento, o diretor tenta reforçar um importante argumento da Globo nas negociações: o fato de o canal carioca ser parceiro do Clube dos 13 há muitos anos e ter ajudado o mercado a se desenvolver.
“Nós somos parceiros dos clubes no desenvolvimento do futebol brasileiro como produto. Isso é muito importante. Quanto valia uma camisa de um time de futebol do Brasil há dez anos? Quanto vale hoje, com a exposição que os clubes têm?”, questionou o executivo.
Com a decisão do Cade e a ideia do Clube dos 13 de fazer licitação com contrato prévio e envelopes fechados, a expectativa da entidade que representa as equipes é criar concorrência para o próximo contrato. Na última negociação, a despeito de a Record ter propalado intenção de brigar pelos direitos de TV aberta, apenas a Globo fez proposta oficial.
A Globo admite que essa situação deve elevar o valor do contrato – neste ano, a emissora pagou R$ 500 milhões ao C13. Contudo, a emissora não trabalha com uma previsão tão otimista quanto a entidade de times, que já cogitou até uma receita superior a R$ 1 bilhão por temporada – além da concorrência, essa previsão otimista deve-se a um aumento do número de propriedades negociadas.
“Nós achamos que os direitos vão crescer, mas vão crescer como o mercado. Acreditamos que a proporção vai ser a mesma”, apontou Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esportes.
Segundo o executivo, o crescimento dos valores pagos pela Globo para exibir o Brasileiro superou a inflação do mercado nos últimos anos. Em 1997, a emissora carioca desembolsou US$ 52 milhões para mostrar o torneio. “Os R$ 500 milhões de hoje são quase US$ 350 milhões, o que representa uma evolução muito grande”, apontou.
“O valor do contrato vai crescer porque o mercado cresceu e porque haverá concorrência”, completou Campos Pinto, que evitou comentários sobre a decisão do Cade: “Isso é com o nosso departamento jurídico”.
Com esse posicionamento, o diretor tenta reforçar um importante argumento da Globo nas negociações: o fato de o canal carioca ser parceiro do Clube dos 13 há muitos anos e ter ajudado o mercado a se desenvolver.
“Nós somos parceiros dos clubes no desenvolvimento do futebol brasileiro como produto. Isso é muito importante. Quanto valia uma camisa de um time de futebol do Brasil há dez anos? Quanto vale hoje, com a exposição que os clubes têm?”, questionou o executivo.
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