Carpegiani triunfa sem comando paralelo
Fonte Uol/Perrone
Por amortricolor
Ouvi a seguinte frase de um dirigente são-paulino: “O Carpegiani está dando certo porque agora deixam o técnico trabalhar sem um comando paralelo. Ninguém fica ligando e sugerindo esse ou aquele jogador da base”.
Para o mesmo cartola, os jogadores perceberam que o treinador não é vulnerável a palpites externos e disputas políticas. Toma decisões sem ser influenciado pelos outros. Assim, ganhou o respeito dos atletas.
De fato, desde que Carpegiani assumiu o time as queixas de jogadores pararam de acontecer. Para muitos no Morumbi, simplesmente porque os atletas perceberam que o novo comandante tem pulso firme.
É verdade também que agora não ouvimos tantas declarações de cartolas elogiando as categorias de base do São Paulo, diferentemente do que ocorria na época em que Baresi era o treinador.
A impressão que ficou no Morumbi na frustrada tentativa de bombar Sergio Baresi é a de que o jovem técnico foi usado por uma corrente política que queria transformaria a valorização das categorias de base em plataforma de campanha na próxima eleições no clube, em abril. Agradar o departamento amador significa ganhar o apoio de um grupo de conselheiros e dirigentes.



Como o projeto Baresi fracassou, a estratégia fez água. Sorte de Carpegiani, que voltou a ter uma oportunidade no clube e ganhou tranquilidade para trabalhar. Principalmente pela rapidez com que obteve bons resultados. A vitória sobre o Cruzeiro foi o ápice dessa evolução.
Para o mesmo cartola, os jogadores perceberam que o treinador não é vulnerável a palpites externos e disputas políticas. Toma decisões sem ser influenciado pelos outros. Assim, ganhou o respeito dos atletas.
De fato, desde que Carpegiani assumiu o time as queixas de jogadores pararam de acontecer. Para muitos no Morumbi, simplesmente porque os atletas perceberam que o novo comandante tem pulso firme.
É verdade também que agora não ouvimos tantas declarações de cartolas elogiando as categorias de base do São Paulo, diferentemente do que ocorria na época em que Baresi era o treinador.
A impressão que ficou no Morumbi na frustrada tentativa de bombar Sergio Baresi é a de que o jovem técnico foi usado por uma corrente política que queria transformaria a valorização das categorias de base em plataforma de campanha na próxima eleições no clube, em abril. Agradar o departamento amador significa ganhar o apoio de um grupo de conselheiros e dirigentes.


Como o projeto Baresi fracassou, a estratégia fez água. Sorte de Carpegiani, que voltou a ter uma oportunidade no clube e ganhou tranquilidade para trabalhar. Principalmente pela rapidez com que obteve bons resultados. A vitória sobre o Cruzeiro foi o ápice dessa evolução.
Avalie esta notícia:
13
3
VEJA TAMBÉM
- São Paulo mira maior garçom do Brasileirão e pode contratar camisa 10 de graça para 2027- Alan Franco pode voltar ao São Paulo em janeiro após reviravolta no México
- Barca no São Paulo para 2027? Faça sua lista de jogadores que deveriam deixar o clube
- Sabino terá que fazer cirurgia após lesão grave; entenda
- São Paulo tem data marcada para penúltimo jogo no MorumBIS em 2026
