Dagoberto confessa que poderia ter sido pego em doping pelo Tricolor
Atacante revelou que tomava constantemente medicamento com substância proibida
Fonte Lancepress!!
Por Getúlio
Semana passada, antes do jogo contra o Ceará, Dagoberto viveu uma situação inusitada em sua carreira. Por ingerir um remédio para dor de cabeça, acabou, por precaução, vetado pelos médicos. Se fosse para o doping, poderia ser pego. O problema é que o fato é corriqueiro para o atacante, que admitiu ser frequente tal prática em sua vida.
– Vira e mexe, tenho dor. E sempre tomei esse remédio, que existe na casa de todos e que é vendido normalmente nas farmácias. Esse remédio me ajudou – completou o atacante, que voltou contra o Atlético-PR e está confirmado para esta quarta-feira, diante do Cruzeiro.

Vipcomm
Quando pequeno, Dagoberto sofreu trauma na cabeça, o que o deixou com dores na região. Para saná-la, ele ingeria Neosaldina, que contém substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada). Por sorte, durante este período, ele nunca foi sorteado para o exame.
– Serve de aprendizado, foi sem maldade. É algo que vem de anos. Tive um problema quando criança e as dores de cabeça vieram a ser frequentes na minha vida. Ele (remédio) me tirava a dor, mas teria grande problema – confessou o atacante.
Pouco depois de ingerir o medicamente, Dagoberto reconheceu que brincou com o médico José Sanhez sobre seu procedimento. Mal sabia ele que depois teria de ficar fora de uma partida pelo risco de a substância proibida não ser expelida pelo seu organismo.
– Vira e mexe, tenho dor. E sempre tomei esse remédio, que existe na casa de todos e que é vendido normalmente nas farmácias. Esse remédio me ajudou – completou o atacante, que voltou contra o Atlético-PR e está confirmado para esta quarta-feira, diante do Cruzeiro.

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Quando pequeno, Dagoberto sofreu trauma na cabeça, o que o deixou com dores na região. Para saná-la, ele ingeria Neosaldina, que contém substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada). Por sorte, durante este período, ele nunca foi sorteado para o exame.
– Serve de aprendizado, foi sem maldade. É algo que vem de anos. Tive um problema quando criança e as dores de cabeça vieram a ser frequentes na minha vida. Ele (remédio) me tirava a dor, mas teria grande problema – confessou o atacante.
Pouco depois de ingerir o medicamente, Dagoberto reconheceu que brincou com o médico José Sanhez sobre seu procedimento. Mal sabia ele que depois teria de ficar fora de uma partida pelo risco de a substância proibida não ser expelida pelo seu organismo.
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