Rodrigo Souto comemora rodada sem desfalques no São Paulo
Contra o Cruzeiro, time não terá jogadores suspensos ou lesionados pela primeira vez sob o comando de Carpegiani
Fonte Levi Guimarães, iG
Por Getúlio
Uma situação rara será vivida pelo São Paulo na 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na partida contra o Cruzeiro na próxima quinta-feira, em Uberlândia, o técnico Paulo César Carpegiani pela primeira vez não terá nenhum desfalque por lesões ou suspensões desde que substituiu o interino Sérgio Baresi, há pouco menos de um mês.

Na vitória contra o Atlético-PR na última rodada, por exemplo, os jogadores que não puderam atuar foram o meia Lucas, suspenso depois de receber o terceiro cartão amarelo diante do Ceará, e o atacante Fernandinho, que se machucou na mesma partida. Não à toa, portanto, os são-paulinos comemoram o fato de chegar a uma partida com todo o grupo à disposição.
“É muito importante termos todos à disposição. Lógico que isso às vezes dá uma dor de cabeça para o treinador, mas antes eu já tinha comentado em outras coletivas que a equipe não teve uma sequência de jogos com todos à disposição para ele escalar quem estiver melhor. Se Deus quiser vamos ter isso nos próximos jogos”, afirmou o volante Rodrigo Souto.
Em sua estreia contra o Vitória, Carpegiani não pôde contar com Richarlyson e Ricardo Oliveira, suspensos, além de Fernandão, Ilsinho, Cleber Santana e Xandão machucados. Os três últimos seguiram fora no jogo seguinte, contra o Grêmio Prudente, do qual Dagoberto também não participou por ter recebido o terceiro amarelo. E no clássico contra o Santos, além de Xandão e Ilsinho, Casemiro ficou fora por conta de uma amigdalite.
A única derrota de Carpegiani até agora foi justamente no jogo que a equipe estava mais desfalcada. Contra o Ceará, ficaram fora por suspensão, Richarlyson, Jean e Alex Silva e Dagoberto não pôde jogar por ter ingerido um remédio para dor de cabeça que continha substâncias proibidas. Por fim, na última rodada os desfalques foram os já citados Lucas e Fernandinho.
Com todos os companheiros à disposição, Souto prefere não escolher sua formação preferida para o time, e deixa a decisão nas mãos do treinador. “É mais fácil sim [jogar com três volantes e não com quatro jogadores ofensivos]. Mas independente de quem for entrar o mais importante é que bote a equipe bem para cima, ofensiva, mas com todo mundo se ajudando, inclusive os jogadores que tem característica de atacar ajudando na marcação também”.

Agora, dos 32 atletas que formam o elenco profissional do São Paulo no Brasileirão 2010, seguem sem poderem ser aproveitados por Carpegiani apenas aqueles que tiveram contusões que exigem períodos mais longos de recuperação. São eles: o goleiro Bosco e o lateral-esquerdo Júnior César, que passaram por cirurgias e só voltam em 2011; o volante Wellington, na reta final de recuperação de uma cirurgia no joelho esquerdo; e o meia Jorge Wagner, que passou por operação na mão esquerda.

Na vitória contra o Atlético-PR na última rodada, por exemplo, os jogadores que não puderam atuar foram o meia Lucas, suspenso depois de receber o terceiro cartão amarelo diante do Ceará, e o atacante Fernandinho, que se machucou na mesma partida. Não à toa, portanto, os são-paulinos comemoram o fato de chegar a uma partida com todo o grupo à disposição.
“É muito importante termos todos à disposição. Lógico que isso às vezes dá uma dor de cabeça para o treinador, mas antes eu já tinha comentado em outras coletivas que a equipe não teve uma sequência de jogos com todos à disposição para ele escalar quem estiver melhor. Se Deus quiser vamos ter isso nos próximos jogos”, afirmou o volante Rodrigo Souto.
Em sua estreia contra o Vitória, Carpegiani não pôde contar com Richarlyson e Ricardo Oliveira, suspensos, além de Fernandão, Ilsinho, Cleber Santana e Xandão machucados. Os três últimos seguiram fora no jogo seguinte, contra o Grêmio Prudente, do qual Dagoberto também não participou por ter recebido o terceiro amarelo. E no clássico contra o Santos, além de Xandão e Ilsinho, Casemiro ficou fora por conta de uma amigdalite.
A única derrota de Carpegiani até agora foi justamente no jogo que a equipe estava mais desfalcada. Contra o Ceará, ficaram fora por suspensão, Richarlyson, Jean e Alex Silva e Dagoberto não pôde jogar por ter ingerido um remédio para dor de cabeça que continha substâncias proibidas. Por fim, na última rodada os desfalques foram os já citados Lucas e Fernandinho.
Com todos os companheiros à disposição, Souto prefere não escolher sua formação preferida para o time, e deixa a decisão nas mãos do treinador. “É mais fácil sim [jogar com três volantes e não com quatro jogadores ofensivos]. Mas independente de quem for entrar o mais importante é que bote a equipe bem para cima, ofensiva, mas com todo mundo se ajudando, inclusive os jogadores que tem característica de atacar ajudando na marcação também”.

Agora, dos 32 atletas que formam o elenco profissional do São Paulo no Brasileirão 2010, seguem sem poderem ser aproveitados por Carpegiani apenas aqueles que tiveram contusões que exigem períodos mais longos de recuperação. São eles: o goleiro Bosco e o lateral-esquerdo Júnior César, que passaram por cirurgias e só voltam em 2011; o volante Wellington, na reta final de recuperação de uma cirurgia no joelho esquerdo; e o meia Jorge Wagner, que passou por operação na mão esquerda.
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