"Até pode ser. Claro que eu não poderia dizer diferente também, até porque tem vitórias, mas estou gostando bastante da disciplina, da rigidez do trabalho da seriedade, do jogo fronteiriço. Esse que deve ser o jogo do São Paulo", contou Juvenal, que concordou com as mudanças da equipe após a chegada do novo treinador.
"O São Paulo é um paradigma do esporte nacional, e é preciso reposições vanguardeiras, e o São Paulo está tendo hoje isso, está à frente, disputando fortemente trazendo essa emoção, essa alegria, não um jogo retrancado, um jogo mais fechado, um jogo mais liberto, mais belo, mais emotivo. Estou gostando bastante", afirmou.
O dirigente são-paulino ainda aproveitou para reconhecer a dificuldade que o time teve durante o ano com o planejamento da equipe, que se mostrou falho principalmente quanto à quantidade de técnicos que o time teve - três, algo extremamente impensável nas última temporadas do time tricolor.

"Não sei, pode ser (erro de planejamento), mas também nós temos uma grande dificuldade no Brasil sobre os técnicos. Nós temos muitos técnicos com grandes nomes, grandes salários e grandes defeitos. Não é simples você contratar técnico", explicou, confirmando a melhora do time quando passou a investir no próprio clube.
"Nós trouxemos o Ricardo (Gomes), depois trouxemos o rapaz da base (Sérgio Baresi) interinamente, a imprensa não gostou, o torcedor também não gostou, os resultados também não foram auspiciosos. Mas valeu, porque trouxe um oxigênio novo, deu um recado lá pra Barra Funda: 'ó, a base tá chegando, até o técnico. Acho que foi um recado bom. Traz algum prejuízo? Traz. Porque as coisas são difíceis, mas eu espero que isso seja uma realidade, e nós tenhamos um longo caminho com o Paulo como tivemos com o Muricy", anseia o dirigente são-paulino.